sexta-feira, 26 de agosto de 2016

RESENHA: O LADO BOM DA VIDA

SINOPSE: Pat Peoples, um ex-professor de história na casa dos 30 anos, acaba de sair de uma instituição psiquiátrica. Convencido de que passou apenas alguns meses naquele “lugar ruim”, Pat não se lembra do que o fez ir para lá. O que sabe é que Nikki, sua esposa, quis que ficassem um 'tempo separados'. Tentando recompor o quebra-cabeças de sua memória, agora repleta de lapsos, ele ainda precisa enfrentar uma realidade que não parece muito promissora. Com seu pai se recusando a falar com ele, sua esposa negando-se a aceitar revê-lo e seus amigos evitando comentar o que aconteceu antes de sua internação, Pat, agora um viciado em exercícios físicos, está determinado a reorganizar as coisas e reconquistar sua mulher, porque acredita em finais felizes e no lado bom da vida. À medida que seu passado aos poucos ressurge em sua memória, Pat começa a entender que 'é melhor ser gentil que ter razão' e faz dessa convicção sua meta. Tendo a seu lado o excêntrico (mas competente) psiquiatra Dr. Patel e Tiffany, a irmã viúva de seu melhor amigo, Pat descobrirá que nem todos os finais são felizes, mas que sempre vale a pena tentar mais uma vez. Um livro comovente sobre um homem que acredita na felicidade, no amor e na esperança.


O livro é narrado pelo protagonista Pat Peoples, um homem na casa dos 30 anos que foi internado em uma clínica psiquiátrica (no lugar ruim, segundo ele). O problema é que Pat não se lembra de quanto tempo se passou enquanto esteve isolado do mundo e muito menos o que aconteceu para fazê-lo ir para lá. A única coisa que ele sabe e que se agarra com todas as forças, é que a sua esposa, Nikki, quis que eles ficassem um tempo separados. A mãe dele, Jeanie, é uma mulher batalhadora e que o ama bastante. Ela o tira da instituição e o leva para sua casa, mesmo que ainda esteja mentalmente perturbado. Mas esse retorno não é nada fácil. Seu pai, Patrick, se recusa a falar com ele e todos evitam comentar sobre os acontecimentos do passado, que resultaram na sua internação. Pat se vê obrigado a reorganizar sua vida, enxergando sempre o lado bom das coisas. Sua mãe compra alguns aparelhos para que ele se exercite em casa. Pat acredita na reconciliação com Nikki e, para ele, é essencial que esteja em forma. Além disso, ele volta a ser um fiel torcedor dos Eagles, seu time de futebol americano e, com isso, até consegue melhorar a relação com seu pai, na medida do possível. Aos poucos, Pat volta a viver uma vida normal, cada vez mais motivado a construir um final feliz para o seu próprio filme. Foi preciso passar alguns meses para reabilitar-se e tentar seguir uma vida normal. Todos a sua volta tentam não comentar sobre o incidente, porém Pat precisa recobrar a memória e vencer os lapsos que sofre constantemente. 


Em uma determinada situação, Pat ouve uma música que o faz lembrar da sua esposa. E é essa canção que traz todas as lembranças de Pat de volta. Toda a sua memória e tudo aquilo que não consegue entender. Será que Pat conseguirá lutar contra si mesmo? Com a ajuda de uma amiga louca, chamada Tiffany, Pat vive um dia de cada vez e o seu passado vai ficando para trás. Será que Tiffany consegue ajudar ao seu amigo? E a esposa de Pat, o que pensa sobre tudo isso? Qual será o desfecho dessa história? Pat conseguirá reconquistar Nikki? Ele terá sua vida de volta? O que o levou a internação? Porque seu pai se mantém afastado? Porque seu irmão não o visita? O que poderia levar pai e irmãos a se unirem novamente? Pat conseguirá controlar suas emoções? Conseguirá voltar a sua vida normal?


O livro é meio lento no início. Essa foi a visão que eu tive nas primeiras páginas. Mesmo assim, é um livro gostoso de ler e de uma parte em diante é simplesmente impossível largar. Não demorou muito para que eu percebesse que o ritmo dado por Matthew Quick era necessário para criar a atmosfera que a trama exigia. Considerando que o protagonista sofre de problemas psicológico e que o livro é como se fosse um diário desse homem em crise, tudo isso fez sentido. Quando Pat fica confuso ou perde o controle, a narrativa fica intensa junto com ele. Essa técnica de escrita de Matthew, quando vista sob esse ângulo, torna o livro genial.


A bipolaridade do personagem é descrita de maneira simples, quase inocente, porque o personagem não faz a mínima ideia de que é assim. Ele tem um problema psiquiátrico e precisa tratar, mas ele sequer entende o porquê. Então ele tenta entender e se entender através da ajuda de seu terapeuta, Dr. Patel. Pat é um personagem complexo, ingênuo, repleto de altos e baixos e que tem um coração enorme. Esse conjunto faz dele um protagonista extremamente cativante, que o leitor torce, ri e se emociona, desde o primeiro contato até a última página. Os demais personagens foram bem construídos. Então somos apresentados à Tiffany. Uma garota maluca e tão ferrada emocionalmente quanto Pat. Mas Tiffany, além de louca, é bem legal. Uma personagem no mínimo interessante - de tão esquisita. Mesmo porque, desde que a personagem é apresentada até o ponto que passamos a gostar dela, entendemos que seu comportamento maluco também é resultado de um grande trauma.


Tiffany não tem traquejo social, não consegue disfarçar quando não gosta de algo, não finge estar feliz quando as pessoas esperam que ela o faça e tem uma agressividade que a torna uma bomba prestes a explodir numa crise de raiva. Ou de choro. No início, Pat tenta se livrar dela, literalmente corre quando a encontra. Mas, ela se torna a única pessoa que consegue compreender como Pat se sente e como pensa. Pat precisa de ajuda com algo que Tiffany se propõe a fazer, enquanto Tiffany conta com a ajuda de Pat em outra. As coisas, em si, parecem pequenas, mas é preciso observar o que há por trás delas. Se a gente observar de perto, parece muito com as coisas que fazemos na vida real.


É no mínimo engraçado de ver duas pessoas extremamente malucas tentando provar que não são malucas em meio a crises de instabilidade crônica e escândalos na vizinhança. Outro ponto que eu gostei muito foi que Pat resolveu ler os livros que a ex-esposa gostava e sobre os quais lecionava, porque queria ficar inteligente para que ela tivesse orgulho dele - mas surtava quando um livro acabava mal e não entendia como ela podia dar aula a jovens com um livro tão deprimente, que não enxergava o lado bom da vida (e aqui ele, sem pudor nenhum, faz spoiler de vários livros - como por exemplo quando ele se enfurece com  Hemingway e cospe o final do livro). Ele tenta a todo custo manter a positividade e repete o mantra de "ser gentil ao invés de ter razão.


O enredo não possui nada de extraordinário, não tem uma trama surpreendente, não tem uma escrita maravilhosa. É simples. E essa simplicidade, torna-o mágico. O que me conquistou foi justamente isso. Recomendo esse livro por ser leve, agradável, inspirador e emocionante. Ideal para aqueles que não conseguem ver o lado bom das coisas.


O livro chamou a atenção do diretor David O. Russel, que trabalhava no roteiro há anos (antes mesmo de lançar o aclamado “O Vencedor”), por conta  de seu filho, que é bipolar e sofre de transtorno obsessivo-compulsivo. Esse fator foi primordial para que o filme desse certo, afinal O. Russel conhece bem o que passou nas telonas. O filme é bem diferente do livro, mas ainda assim é bom. Uma das primeiras diferenças notáveis entre filme e livro é que na obra original Pat não faz ideia do motivo de ter sido internado, descobrindo apenas no fim do livro. Já no cinema a razão para a internação é rapidamente mostrada ao espectador durante uma das sessões de terapia do protagonista, que tem total consciência de que quase matou o amante da esposa ao pegar os dois no flagra. Junto com o flagra da traição veio outro trauma: a fatídica música que enlouquece Pat. No filme a canção que embalou a pulada de cerca de Nikki é “My Cherie Amour” de Stevie Wonder.
Enquanto no livro é “Songbird” de Kenny G. E eu prefiro essa! 
No livro Tiffany é mais velha que Pat e deve ter cerca de 38 anos, e isso quase impediu a participação de Jennifer Lawrence (22 anos) no longa.  Atrizes mais experientes como Anne Hathaway, Elizabeth Banks, Rooney Mara, Kirsten Dunst e Angelina Jolie foram cotadas para viver a protagonista, enquanto David O. Russel (diretor do filme) fez um teste com Lawrence apenas por consideração, já que nunca passou em sua mente contratar a jovem atriz. Mas o talento falou mais alto e J-Law desbancou todas as suas concorrentes, fez um grande trabalho e de quebra levou um Oscar pra casa (inclusive caiu ao ir receber rs). O lado bom do filme é o maior espaço dedicado à Tiffany. No livro ela é importante para o equilíbrio de Pat, mas não é figura recorrente. As páginas se dedicam mais ao relacionamento do protagonista com os pais e com o futebol americano. A personagem feminina na tela ganhou mais espaço e mais importância, e contribuiu muito para o bom fluxo da trama. Vale lembrar aquela cena incrível onde Tiffany destrói os argumentos do Pai de Pat (Robert de Niro) cuspindo os resultados dos últimos jogos da liga americana, cena que não está nos livros. Esse é um dos grandes momentos de Tiffany no filme e transforma o espírito da personagem do livro em ação no longa. 


No livro o sobrenome da família é Peoples, o pai de Pat é extremamente mal humorado e não conversa com o filho, o irmão de Pat aparece muito mais, inclusive com sua esposa, e a mãe vive numa corda bamba entre agradar o marido e o filho. No filme o sobrenome é o italianíssimo Solitano, o pai é bem mais maleável, o irmão aparece pouco e a mãe não tem tantos problemas. O concurso de dança é o fio condutor da história no cinema, já que o diretor optou por transformar o livro em uma comédia romântica. É por meio da dança, do companheirismo, da responsabilidade de aprender a coreografia que Pat encontra seu equilíbrio, volta a tomar seus remédios e enxerga que há muito mais na vida do que sua amada Nikki. O filme é bem mais leve que a obra literária, mas isso não tira seu valor. A trama é passada de um jeito mais ameno, mas sem deixar de tocar na ferida. O longa é colorido, claro, luminoso e engraçado, mas não deixa de ter o lado sombrio dos distúrbios psicológicos e nem o preconceito que as pessoas sofrem por conta deles. 


E o que falar da cena sensacional da apresentação da dança? Seria muito clichê se o casal arrasasse na pista e vencesse a disputa. E a dança maluca que misturou valsa, rock, dança contemporânea, sapateado e Dirty Dancing com aquele constrangedor salto final valeu como ponto alto do filme. Apesar do casal ser o melhor no concurso de dança no livro, isso não torna a situação mais clichê ou menos ridícula. Afinal, na disputa das páginas, eles concorrem com adolescentes, o que torna constrangedor a participação de dois loucos com quase 40 anos de idade naquele concurso juvenil.

No livro, Pat acha que ficou apenas alguns meses na instituição psiquiátrica, mas, na verdade, ele passou alguns anos lá. Como o período tempo foi grande, várias coisas mudaram enquanto o protagonista esteve aprisionado. Já no filme, Pat passou alguns meses na instituição e pronto. Só essa diferença de tempo já muda algumas coisas, no livro, por exemplo, a filha do Ronnie é mais velha, um estádio de futebol americano foi demolido e a Nikki já até se casou novamente e teve filhos. O filme também deu destaque para o Danny (amigo que Pat conheceu na instituição psiquiátrica) e o Ronnie, o que não acontece tanto no livro. O filme não tem a cena da praia. Acredito que a maior diferença é a forma como é contado e o público alvo. O livro é muito de drama, ele é o diário do Pat e conta tudo o que personagem passa. Enquanto isso, o filme tenta alcançar um público maior, então apela para a comédia.

ENTREVISTA COM ALESSANDRA GOMES, AUTORA DE HERDEIRA DE SANGUÍNEA - SÉRIE DARKBLOOD

SINOPSE: Alina Donovan nunca pensou que seres sobrenaturais pudessem existir até ser atacada pelo vampiro Derek Campbell, quando se conhecem na mística Fortilen City. A jovem não é como os outros humanos que Derek já conheceu, o passado dela guarda um segredo desconhecido até pela própria garota e seu sangue ardente atrai a curiosidade do vampiro, que voltou a cidade natal por motivos familiares. Em meio a conflitos, Alina tentará com a ajuda de Derek descobrir a verdade sobre a sua origem, a sua vida e de todos a sua volta estão em perigo. Não se pode fugir da herança sanguínea. O destino não pode ser mudado. "Uma história marcada pelo sangue"
Como surgiu a ideia de escrever "Herdeira Sanguínea - Série: DarkBlood"? Bom, eu sempre gostei muito de histórias com criaturas sobrenaturais, depois de escrever alguns contos de terror, achei que era a hora de escrever algo maior que exigisse mais de mim. Então um belo dia a ideia surgiu, confesso que a série The Vampires Diaries me inspirou muito. DarkBlood é o meu lado “fantasioso” sabe? Um lado que quer mostrar que nem todas criaturas sombrias são só más, porem também não são pessoas românticas que vão te deixar com olhos cheios de lágrimas.
Quanto tempo demorou para a história ficar pronta? Na verdade a história ainda está em andamento, mas já tem quase um ano que estou trabalhando nela, há pouco tempo comecei a postar ela no Wattpad e acredito que ainda levará um tempo até chegar ao fim dessa série.
O que o leitor pode esperar de "Herdeira Sanguínea - Série: DarkBlood"? Mistérios, dramas, segredos revelados, romances, intrigas e claro muito sangue.
Qual autor ou autora é seu preferido? Eles de alguma maneira te inspiraram a escrever? Eu não tenho um autor preferido, pois gosto de vários, então diria os que me inspiram muito Stephen King, Edgar Allan Poe e Charles Bukowski. Sim, me inspiram muito. Na verdade acredito que tudo, de alguma forma instiga a inspiração, seja para escrever ou fazer algo novo.
Se "Herdeira Sanguínea - Série: DarkBlood" pudesse ter uma trilha sonora qual música você escolheria? Acho essa pergunta difícil rs, pois sou apaixonada por música e existem várias que eu poderia citar aqui, mas nesse momento acredito que: Die Alive - da Tarja Turunen, tenha mais a ver com o clima que desejo passar na história (pelo menos no começo).
Você segue carreira apenas como escritor ou tem outra profissão? A escrita para mim é apenas um passa tempo que eu amo muito, no momento estou procurando um emprego, mas espero no futuro ser uma psicóloga e quem sabe ter a honra de publicar de forma física um livro meu.
Deixe uma mensagem para nossos leitores: Olá mores! Antes de mais nada, se seu amor é a escrita nunca desista da história que está a escrever (eu já pensei em parar), mas seu maior e mais importante leitor é você mesmo, a recompensa de tudo vem com tempo e a única história que não inspira ninguém é aquela que não é escrita. Eu convido vocês para conhecerem minha obra, que esta sendo postada no Wattpad, também agradeço a todos que já leram algo que escrevi. Muito obrigada por esse espaço, pela oportunidade dessa entrevista! Um grande beijo para todos vocês.
Alessandra Gomes tem 23 anos e é de São Paulo - SP.
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ENTREVISTA COM RAFAELA SANTOS, AUTORA DE NUNCA É TARDE

SINOPSE: O passado é capaz de mudar um futuro? Para Allyson Mitchell sim. Conheça uma história de superação, devoção, paixão e, amor, muito amor.


Como surgiu a ideia de escrever "Nunca é Tarde”? Bom, eu sempre gostei de escrever, ler... E tudo o que eu pensava anotava em um diário e uma vez eu decidi juntar tudo. Bem ou mal eu tinha alguns capítulos prontos, mas meus personagens não tinham nomes, cada um ganhou um nome de acordo com sua personalidade, mas só quando terminei a estória. Eu me referia a eles como "1, 2, 3...". Uma vez minha irmã leu meu diário e me chamou de retardada, eu não a culpo, às vezes eu também acho isso. Mas só eu entendia o que estava escrito lá. Um dia minha amiga me falou sobre o Wattpad e eu curiosa que só, criei uma conta e postei um capítulo, aquilo me viciou e eu acabei postando mais, até a primeira parte ficar completa. Eu dividi minha estória em duas partes, a primeira é contada em 2011 e a segunda parte em 2014.

Quanto tempo demorou para a história ficar pronta? 2 anos. Eu comecei a escrever essa estória em 2014.

O que o leitor pode esperar de "Nunca é Tarde"? Muito amor! Era esse sentimento que eu queria passar e que apesar dos nós, o amor de Ally e Ayden foi maior que todas as barreiras impostas no caminho deles.

Qual autor ou autora é seu preferido? Eles de alguma maneira te inspiraram a escrever? Megan Maxwell. Sim, todos os livros de diferentes autores de inspiraram ou me influenciaram de alguma forma.

Se "Nunca é Tarde" pudesse ter uma trilha sonora qual música você escolheria? A Thousand Years de Christina Perri.
Você segue carreira apenas como escritor ou tem outra profissão? Por enquanto eu só escrevo, mas tenho planos de fazer faculdade de Letras, em um futuro próximo.

Deixe uma mensagem para nossos leitores: Oi, meus amores, espero que gostem do meu livro, fiz com muito amor e carinho. E se errei ou decepcionei alguém de alguma forma com minhas palavras aqui, no livro, ou em qualquer outro lugar, me desculpem. E prometo melhorar. Bom, é isso, obrigada de coração a todos os que me deram forças direta e indiretamente para continuar. Muito Obrigada!

Rafaela Santos tem 19 anos e é da zona oeste do Rio de Janeiro.

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ENTREVISTA COM R. C. DAMAS, AUTORA DE RECEPTÁCULO

SINOPSE: Uma fenda entre mundos surgiu, liberando dragões, orcs, gigantes e todo tipo de seres míticos na Terra. Este fora o início de uma verdadeira guerra sangrenta contra os humanos. Éadron, o dragão supremo, prende Logi dentro de uma chave mística e desaparece em uma explosão de luz. Depois de séculos, uma ameaça começa a surgir, obscura e sombria, ameaçando os seres e Éadron retorna dentro de um coração puro de uma guerreira. Catherine Dareen Draco é a sucessora no cargo de rainha de Din Eidyn. Um cargo a qual ela não está interessada, mas não tem chance de escolha. Após retornar do reformatório, sua vida se torna um furacão, levando tudo e a todos que ela mais ama. O Clã não confia nela ou no rei e o Conselho quer trancafiá-la para evitar uma catástrofe. Ordun, o feiticeiro sombrio, descobriu sobre seu paradeiro e possui um propósito maligno para ela. Tempos ruins se aproximam e uma nova era de trevas está prestes a começar. Somente a escolhida por Éadron poderia dar fim a elas. Ou começá-las.


Como surgiu a ideia de escrever "Receptáculo”? Eu sempre gostei muito de fantasia. E de dragões. Não conseguia encontrar uma história que conectasse os dois e houvesse um pouco de romance além de guerras e sangue. Acabei decidindo eu mesma criar uma história com tudo isso junto.

Quanto tempo demorou para a história ficar pronta? Cerca de um ano e ainda mexo nela conforme tenho uma ideia nova. Eu nunca estou satisfeita e acabo sempre mudando algo.

O que o leitor pode esperar de "Receptáculo”? Aventura, romance, humor, traições, mistérios... Tudo o que uma fantasia possui e mais um pouco.

Qual autor ou autora é seu preferido? Eles de alguma maneira te inspiraram a escrever? Antes era Colleen Houck, agora estou apaixonada por Leigh Bardugo. A escrita dela e mágica, te inspira a escrever algo bom, algo inovador. Ela te faz amar e odiar os personagens. Não quero ser como ela, porque ela possui seu próprio estilo. Quero apenas conseguir envolver o leitor como ela faz.

Se "Receptáculo" pudesse ter uma trilha sonora qual música você escolheria? Nunca cheguei a pensar nisso. Mas talvez a música "Demons" de Imagine Dragons cairia muito bem.
Você segue carreira apenas como escritor ou tem outra profissão? Estou me formando em Artes Visuais. Eu desenho, mexo com programas de ilustrações, mas ainda não estou atuando. Por enquanto sou apenas uma mera Auxiliar Administrativa. 

Deixe uma mensagem para nossos leitores: Vocês são os melhores. Sem vocês, nós não seríamos nada. É com cada leitor que conseguimos crescer, que espalham sua história para os outros como recomendação. Obrigada a cada um de vocês.

R. C. Damas tem 23 anos e é de Jacarezinho - PR.

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ENTREVISTA COM B. PELLIZZER, AUTORA DE DUAS VIDAS: ENCONTRO

SINOPSE: Qual é a linha que separa a moral da hipocrisia? Qual limite uma pessoa é capaz de transpor para viver um grande amor? Quais as perdas aceitáveis em nome da fé? Isabel é independente, despachada, não sabe se acredita em Deus e tem uma boca muito suja. O tipo de mulher que Rogério sempre desprezou; Rogério é o típico bom-moço, evangélico, de família, e até um tanto machista. O tipo de homem que Isabel nunca respeitou. Isabel queria ser livre. Rogério não sabia viver sem estar comprometido com alguma coisa. Mesmo com tantas diferenças, a cada passo que davam na direção contrária do outro, as forças invisíveis do destino os empurrava de volta. Duas Vidas é um romance que passeia por muitos mundos; que desafia convenções; que debate crenças religiosas; que faz o leitor questionar muitos conceitos estabelecidos. 


Como surgiu a ideia de escrever "Duas Vidas: Encontro"? Nunca surgiu. Não foi como se, um dia, eu resolvesse que contaria essa história. Me encomendaram um livro hot que deveria ser protagonizado por um triângulo amoroso entre uma mulher e dois irmãos. Eu me inspirei em dois irmãos que conheci há alguns anos. Eram dois irmãos muito unidos e ao pensar neles, eu comecei a me perguntar “e se...” Fui construindo os personagens, moldando a história, pesquisando e, por fim, senti uma certa pena de comercializar a história como hot porque me apaixonei pelos personagens, então eu escrevi um outro livro para entregar ao cliente e dei continuidade a Duas Vidas. Quando eu terminei era um calhamaço com mais de mil páginas. Teve muita pesquisa, muita dedicação e o resultado foi uma história em que os personagens saltam fora das páginas e fazem o leitor se apaixonar, como eu me apaixonei.

Quanto tempo a história demorou para ficar pronta? Quase um ano de trabalho intenso foi necessário para deixar Duas Vidas pronto. Fiz muita pesquisa entre os evangélicos. Também foi necessária alguma pesquisa sobre jargão profissional militar, já que os personagens principais masculinos são um bombeiro e um policial rodoviário. Depois que ficou pronto eu precisei fazer muitos cortes, eliminar as cenas de sexo (não todas, claro que não) porque já não se tratava mais de uma história erótica, enfim, foi tudo feito com muito amor, mas envolveu muito trabalho.

O que o leitor pode esperar de "Duas Vidas: Encontro"? Como já disse, pode esperar personagens apaixonantes. Gente com empregos normais, que pega ônibus, que paga as contas. Uma história que poderia, perfeitamente, acontecer com o próprio leitor, ou com um vizinho, um parente. Além disso, Duas Vidas é uma história que foge do clichê príncipe encantado salvador da donzela. Isabel é uma mocinha forte que não tem medo de trabalho. Mas o que eu acho que tem de mais legal em Duas Vidas é a capacidade de autotransformação que os personagens demonstraram durante a narrativa. São personagens cheios de conflitos, que mudam de ideia, que erram e acertam. Tem também essa coisa do conflito religioso por se tratar de um relacionamento entre um evangélico e uma mulher que confessa não possuir fé em Deus, enfim, tem coisas demais pra se esperar de Duas Vidas. Uma delas é a continuação que será lançada em setembro de 2016.

Qual autor ou autora é o seu preferido? Para mim é impossível escolher um. Eu leio muito. Sempre li muito. Todo o tipo de coisas. É claro que existem aqueles cujos nomes me chamam, como Carlos Ruiz Zafón, Stephen King e Martin Page, isso para falar só dos autores contemporâneos e que ainda estão entre nós, mas sou incapaz de escolher um autor ou autora.

Eles de alguma maneira, te inspiraram a escrever? Não, exatamente. Escrever sempre foi uma vontade que carreguei. O precisar de dinheiro me fez escolher outras profissões durante minha jornada, mas a vontade ficou sempre ali. Adormecida. Eu matava a vontade de contar minhas histórias, lendo histórias dos Grandes. Se me influenciaram de alguma forma, foi me obrigando a esperar até que eu estivesse pronta pra escrever e não fazer feio na profissão deles.

Se “Duas Vidas: Encontro” pudesse ter uma trilha sonora, qual você escolheria? Acho que Uninvited, da Allanis Morissette, pela única razão de que Isabel toca essa música para Rogério.
Você segue carreira somente como escritor ou tem outra profissão? Hoje sou escritora. Vivo das letras. Não só dos meus romances, mas de diversos blogs, colunas, ghost writing e tradução. 

Deixe uma mensagem para os leitores: Entrem no meu mundo. Conheçam essa gente inventada que está doida pra conhecer vocês também.

B. Pellizzer mora atualmente no Rio do Sul, Santa Catarina.

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ENTREVISTA COM LIRIELL SANTANA, AUTORA DE APENAS UMA CHANCE

SINOPSE: Quando você tem entre viver ou morrer, qual deles deve escolher? Emma é uma garota capaz de confiar em tudo e em todos, mesmo depois de perder sua mãe em um trágico e suspeito, acidente. Mas tudo tem o seu limite e parece que o tempo decidiu mostrar para a garota que nem tudo é como ela imaginava. Disposta a descobrir a verdade, Emma, decide arriscar seu futuro e seus planos, para descobrir a real verdade. Ela só tem uma chance. É tudo ou nada. E o tempo pode não ser tão longo assim. "Até quando esse pesadelo vai continuar? Talvez ele nunca tenha a chance de acabar".


Como surgiu a ideia de escrever "Apenas uma Chance”? Comecei apenas por diversão... Como um hobbie, apenas para um passatempo, acabou que levei a sério, e hoje escrever é parte do meu dia, da minha vida.

Quanto tempo demorou para a história ficar pronta? Ainda está em andamento, mas creio que até o fim do ano já estará pronta.

O que o leitor pode esperar de  "Apenas uma Chance”? Mistério, drama, romance, suspense e muita diversão.

Qual autor ou autora é seu preferido? Eles de alguma maneira te inspiraram a escrever? Instrumentos Mortais - Cassandra Clare.
Você segue carreira apenas como escritor ou tem outra profissão? Estou tentando seguir apenas com o escrever, mas quando acabar de estudar procurarei outra profissão.

Deixe uma mensagem para nossos leitores: Bom, a história é cheia de dramas, romance, aventura, mistério. Quem não gosta de algum desses temas? Apenas Uma chance foi criado por uma imaginação, acabei me apegando e indo mais além. Alguns personagens tem um pouco de mim, dramática, sensível e até um pouco chata kkkk. Espero que leiam e gostam! Fiz com todo carinho, pensando em vocês.

Liriell Santana tem 14 anos e é de Pitangui.

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ENTREVISTA COM JULIANNA RIODERGUZ, AUTORA DE NÃO FOI SUICÍDIO

SINOPSE: Belina vê sua vida virar do avesso ao presenciar um suicídio. Frio, rápido e sem explicação. Uma jovem se joga do topo de um prédio, tendo seu corpo perfurado pelos cacos de vidro da calçada. Ninguém entende como uma jovem no auge de sua vida era capaz de cometer o ato. Mas o que aparentava ser um mero suicídio, se revelou maior do que isso. Belina se vê diante de um assassino de força sobre-humana, capaz de levar a mente de suas jovens vítimas à loucura, torturando-as profundamente em sua psique. Agora, ela deverá correr contra o tempo para descobrir como parar o temeroso assassino e seu cão maldito, antes que seja tarde.


Como surgiu a ideia de escrever “Não foi Suicídio”? Veio de um sonho muito inusitado que tive, lá em 2013. No sonho, uma garota se jogava da janela de um prédio e caía em cima dos cacos de vidro. Quando isso aconteceu, apareceu um jornal atrás de mim, anunciando a manchete sobre o suicídio, com a data do dia seguinte. Foi uma loucura! HAHAHA. Fiquei perturbada com aquela imagem na cabeça e resolvi escrever um conto sobre aquela cena. Meses depois, peguei aquele conto e o transformei em livro.

Quanto tempo demorou para a história ficar pronta? Uns nove meses, se não me engano. Era um conto de duas páginas e quando eu resolvi ressuscitar a ideia (quase dois anos depois), pretendia fazer apenas um conto um pouco maior. Mas as ideias foram surgindo e quando me dei conta, tinha um livro em mãos.

O que o leitor pode esperar de “Não foi Suicídio”? Pode esperar um livro cujo prato principal é o mistério, com um bom acompanhamento de segredos, suicídios e um tempero de fantasia. O livro se passa totalmente no Brasil, em uma região metropolitana inventada, onde os personagens irão de Solitude, até uma cidade chamada Santo Ceifeiro (pasmem), para desvendarem os misteriosos suicídios que estão acontecendo. É um livro onde cada final de capítulo o deixará mais curioso para o próximo, onde os mistérios se intensificam até te fazer perder o fôlego (meus leitores disseram, então podem confiar! HAHA).

Qual autor ou autora é seu preferido? Eles de alguma maneira te inspiraram a escrever? Tenho um gosto literário bem variado, e cada autor me influencia de alguma maneira. Atualmente, tenho lido bastante as obras do Marcus Polidori (que também se encontra no Wattpad), Florbela Espanca, Lispector, e alguns autores do gênero policial/ terror. A cada momento, eu mudo meus queridinhos, pois eu mesma estou em constante mudança comigo mesma. Cada livro acrescenta muito em mim e me inspiram de formas inimagináveis.

Se “Não foi Suicídio” pudesse ter uma trilha sonora, qual música você escolheria? A música tema do filme Psicose! HAHAHA. É a melhor pedida para os momentos de tensão do livro. 
Você segue carreira apenas como escritora ou tem outra profissão? Tenho sim. Apesar da escrita ser minha maior paixão, ainda não vivo profissionalmente de meus livros. Sou formada em Administração de Empresas e sigo a carreira nessa área. 

Deixe uma mensagem para nossos leitores: Nunca desista daquilo que faz você feliz. Se tem um sonho, batalhe por ele, para que o mesmo deixe de ser apenas um sonho, e comece a ser a sua realidade. Gostaria também de agradecer a oportunidade e a atenção de cada um de vocês. Espero que tenham se interessado pelo livro – ainda está disponibilizado no Wattpad, então corre lá e comece a ler agora mesmo.

Julianna Rioderguz tem 19 anos e é de Sumaré - SP.

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quinta-feira, 25 de agosto de 2016

RESENHA: ENDERS

SINOPSE: Depois que a Prime Destinations foi demolida, Callie pensou que teria paz para viver ao lado do irmão, Tyler, e do amigo, Michael. O banco de corpos foi destruído para sempre, e Callie nunca mais terá de alugar-se para os abomináveis Enders. No entanto, ela e Michael têm o chip implantado no cérebro e podem ser controlados. Além disso, o Velho ainda se comunica com Callie. O pesadelo não terminou. Agora, Callie procura uma maneira de remover o chip – isso pode custar sua vida, mas vai silenciar a voz que fala em sua mente. Se continuar sob o domínio dos Enders, Callie estará constantemente sujeita a fazer o que não quer, inclusive contra as pessoas que mais ama. Callie tem pouco tempo. Obstinada por descobrir quem é de fato o Velho e desejando, mais que tudo, uma vida normal para si e para o irmão, ela vai lutar pela verdade. Custe o que custar.


Ao final do Livro 1 a autora deixou um gancho gigantesco para o Livro 2, sinalizando que a protagonista Callie não estava lá tão segura quanto ela imaginava e que a destruição do prédio da Prime Destinations – empresa que alugava secretamente os corpos de Starters para Enders – não significava o encerramento das atividades realizadas lá, nem muito menos a derrota de seu presidente, o Velho. Aterrorizada pela constante voz em sua cabeça, Callie precisa fazer algo para se certificar de que o Velho não volte a controla-la ou fazer mal a outros Starters. Além das ameaças e provocações do Velho em sua cabeça, Callie também ouvia a voz de seu falecido pai, o que não deveria ser possível, deixando-a ainda mais perturbada. Após a explosão que matou uma Starter dentro de um shopping, quase na sua frente, Callie sabia que se continuasse ignorando o Velho em sua cabeça coisas piores poderiam acontecer, e o pior, os próximos alvos poderiam ser Michael e até mesmo Tyler, seu irmãozinho. Então pressentindo a ameaça à flor da pele, Callie concordou em se encontrar com o Velho, desconfiando de que seu objetivo obviamente fosse fazer uso do chip em sua cabeça, o único chip alterado capaz de matar. Ao invés do Velho, quem lhe encontrou primeiro foi Hyden, um Starter desconhecido que praticamente sequestra Callie com o objetivo de salvá-la do Velho. De início esse personagem inusitado causa muita desconfiança, mas aos poucos vai ganhando a confiança da Callie ao passo que revela coisas sobre si mesmo e sobre a Prime Destinations. E é aí que a aventura começa! Callie desvenda muitos outros mistérios sobre o projeto dos chips, o controle dos Starters e os verdadeiros planos do Velho, em uma correria frenética para fugir e tentar salvar outros Starters que possuem chips – chamados de “Metais” – do controle do Velho. Starters foi muito bem recebido pela crítica e é um bom livro, apesar de ter muitas coisas que não tiveram explicações ou que ficaram muito vagas me fez criar altas expectativas para ler a continuação  já que eu precisava ter minhas respostas. Enders é a continuação tão esperada de Starters, mas não trouxe todas as respostas e me decepcionou em alguns aspectos.



A narrativa - assim como em Starters - está em primeira pessoa e a autora conduz a obra magistralmente, fazendo com que o leitor nem perceba que já se foram: dez, vinte, trinta páginas, mas os defeitos do livro chamam mais atenção do que as qualidades. Logo no princípio de Enders, vemos uma narrativa arrastada, vagarosa, lenta e isso só vem a modificar quando o personagem Hyden aparece, ele é uma verdadeira revelação nesse livro e aparentemente todas as pontas soltas vão de encontro com este personagem. Lissa Price fez de Hyden um coringa – ponto positivo –, mas tal ato fez com que a mocinha Callie se tornasse extremamente insignificante e até mesmo tola e cheia de conflitos sentimentais que não deveriam existir dadas as situações extremas a qual estava envolvida. Michael aparece nesse segundo livro quase como uma participação especial e age como uma criança imatura, coisa que não aconteceu no primeiro livro. O irmão de Callie, Tyler, também aparece no livro, mas simplesmente para ser jogado de lado por sua irmã, que ironicamente diz amá-lo mais que a tudo, mas simplesmente acaba sempre o colocando aos cuidados de terceiros.


Um novo romance nasce em Enders. Não é algo ruim, mas é totalmente desnecessário. Se nem tivesse a possibilidade de um romance aqui, teria sido mais crível do que o romance instantâneo que surge entre Callie e Hyden. Não dá nem para ver se está rolando alguma tensão e interesse entre eles, e de repente eles já estão se beijando. E também me pareceu que enquanto a trama era escrita, a autora simplesmente se esqueceu de alguns personagens, lembrando-se deles no final e colocando-os ali só para não dizer que eles desapareceram misteriosamente.  Não acho que a autora conseguiu trabalhar Callie muito bem nesse livro. Talvez não gostei de Hyden porque ele ocupou o lugar de Blake, mas ele era legal. Michael praticamente não existia, não deram muito destaque a ele, deixando-o um pouco de lado, o que pareceu que o personagem estava ali só para enfeitar. 


A escrita de Lissa Price é fantástica, flui super fácil, mas ouve uma visível diferença entre o primeiro e o segundo livro, e não no bom sentido, já que ela eliminou quase todos os personagens principais do primeiro livro, focando apenas em Hyden ,Callie e o Velho, que se mostrou bastante ativos em Enders, mas de uma forma destorcida e forçada, fantasioso demais, até mesmo para uma distopia. Infelizmente o enredo não me convenceu, o fim foi inesperado e isso foi bem legal após uma leitura tão monótona. O vilão foi desmascarado rapidamente e o modo como tudo terminou foi totalmente decepcionante, o que salvou foi o último parágrafo do livro. Deu a impressão de que a autora quis terminar o livro o mais rápido possível, fazendo uma trama até mesmo fraca comparada com a do livro anterior. Ela tentou facilitar muito as coisas para os personagens, o que não me deixou acreditar na história. Pareceu fim de novela que o autor deixar tudo pra acontecer de ultima hora e acaba esquecendo de explicar/descrever algumas ou varias partes! Mas devo admitir que teve umas revelações muito bombásticas principalmente no que diz respeito a Hyden e o Velho e que gostei de algumas partes do livro. Enders foi decepcionante porque a autora perdeu o potencial da história. Mas leia, é um bom livro para quem gosta do gênero. Só não vá com tanta expectativa.


PS: Não gostei dessa capa, aquele cara ficou tão esquisito. Tentaram seguir o padrão da capa anterior, mas enquanto a mocinha em Starters ficou bem legal, esse cara estranho em Enders ficou bem zoado. 

ENTREVISTA COM ELIZEU CADENA, AUTOR DE TOMANDO CAFÉ COM DEUS

SINOPSE: E se você tivesse a oportunidade de ficar frente a frente com o criador do Universo, o que você perguntaria a Ele? Mas se Deus veio para tomar uma xícara de café contigo, Ele teria um motivo. Um homem de terno preto entra numa lanchonete. Um jovem desconhecido senta-se junto a ele à mesa. Coisas estranhas acontecem. E agora?


Como surgiu a ideia de escrever "Tomando Café com Deus”? Surgiu meio que de repente, quando percebi que ideias originais voltadas à religião eram tão pouco vistas no Wattpad, mesmo a plataforma ter uma sessão só para livros espirituais. Gosto de fazer diferente, então resolvi criar uma história curta onde um homem sem fé na vida é presenteado com a presença do criador do Universo.

Quanto tempo demorou para a história ficar pronta? No mínimo uns três dias, já que eu tive que bolar todo um roteiro para a história ficar tocante e não se perder mais para o final. Apesar de ser curto, esse conto exigiu um pouco mais por conta dos diálogos.

O que o leitor pode esperar de "Tomando Café com Deus”? É um conto, simplesmente. Um conto de motivação, e o que eu quero dizer para o leitor é para que ele não desista, que nada é impossível e que não perca a fé, tanto no Pai nosso lá em cima quanto em si mesmo.

Qual autor ou autora é seu preferido? Eles de alguma maneira te inspiraram a escrever? Venho de uma legião inteira de POTTERHEADS, então a rainha J.K. Rowling é quem me inspira a continuar em frente. Sidney Sheldon e Bukowski estão no top três junto dessa rainha. Mesmo assim, qualquer autor que ama o que faz, e que não o faz apenas por sensacionalismo, é fonte de inspiração para mim.

Se "Tomando Café com Deus” pudesse ter uma trilha sonora, qual música você escolheria? Qualquer música gospel do estrangeiro. Valorizo muito o gospel brasileiro, mas o repertório estrangeiro é maravilhoso!
Você segue carreira apenas como escritor ou tem outra profissão? Vivemos num país onde viver da escrita não parece ser tão fácil assim. Como eu gostaria que fosse fácil! Mas no momento estou desempregado e estou apanhando da vida, aprendendo muitíssimo a sobreviver no meio dessa crise existencial. 

Deixe uma mensagem para nossos leitores: Aos leitores do blog aconselho apenas a não desistirem em hipótese alguma, independente do que for que estejam buscando. "Fé meu filho, eu sempre estarei contigo!" Diz Deus em uma das passagens do meu conto. Tenha fé e não perca a esperança. No fim, tudo acaba bem!

Elizeu Cadena tem 18 anos e é de Pato Branco - PR.

PARA LER "TOMANDO CAFÉ COM DEUS" CLIQUE AQUI!


ENTREVISTA COM LU MUNIZ, AUTORA DE DOCE INOCÊNCIA, OUTRO OLHAR SOBRE O SEU

SINOPSE: Aos dezoito anos de idade, Francine é uma jovem que esconde seu amor profundo por Ivan: um homem mais velho, músico e melhor amigo de infância do seu irmão. A relação fraternal que existia entre os dois fica totalmente abalada quando Ivan, aos trinta e um anos, se vê inegavelmente atraído pela mulher que um dia fora a garotinha de olhar doce e inocente que vira nascer e crescer. Será que Francine conseguirá convencê-lo de que não é mais a mesma menininha que ele viu há quatro anos? Doce Inocência, outro olhar sobre o seu é o primeiro volume de uma série, cuja narrativa envolvente é embalada pela magia do amor e pelos conflitos, medos, fraquezas e incertezas que permeiam os sonhos de uma garota. 


Como surgiu a ideia de escrever “Doce Inocência, outro olhar sobre o seu”? “Doce Inocência” escrevi aos treze anos de idade, após ler um romance de banca de jornal e perceber que eu também tinha na cabeça uma história que merecia ser contada.

Quanto tempo demorou para a história ficar pronta? O original de “Doce Inocência”, eu infelizmente não lembro, mas sua nova versão foi finalizada em um mês e meio de um trabalho incessante.

O que o leitor pode esperar de “Doce Inocência, outro olhar sobre o seu”? “Doce Inocência, outro olhar sobre o seu” é um romance que promete arrebatar corações. Narra, em primeira pessoa, a história de Francine: uma garota de dezoito anos que guarda a sete chaves o amor que sente por Ivan; músico, melhor amigo de infância do seu irmão e treze anos mais velho do que ela. A relação afetuosa entre eles fica abalada quando Ivan se sente irremediavelmente atraído pela mulher que a garotinha que viu nascer e crescer havia se transformado. O Volume 1 da série “Doce Inocência” está disponível na AMAZON e em setembro será lançado pela Editora Sarau.

Qual é o seu autor ou autora preferido (a)? Eles de alguma maneira te inspiraram a escrever? Sem dúvida alguma, Clarice Lispector e Ariano Suassuna são os autores nacionais mais representativos na minha vida literária. A brasilidade de Suassuna e as reflexões expressadas em palavras por meio de Clarice são escola para mim. Minhas histórias são essencialmente “brasileiras” e reflexivas!

Se “Doce Inocência, outro olhar sobre o seu” pudesse ter uma trilha sonora qual música você escolheria? Mantendo a brasilidade rs... A canção tema do próprio livro “Doce Inocência”, com letra minha e com melodia e interpretação do músico Almeida Neto.
Você segue carreira apenas como escritora ou tem outra profissão? Sou graduada em Letras (Português/Literatura) e Pós-Graduada em LIBRAS. Exerço o cargo de professora em uma rede municipal de ensino. 

Deixe uma mensagem para nossos leitores: Gostaria de agradecer a oportunidade de mostrar um pouco do meu trabalho e falar um pouco mais de mim mesma. Eu, antes de tudo, leitora voraz; Eu, escritora que tenta libertar seus personagens das gavetas! Espero que possam gostar das minhas histórias! Toda crítica é bem-vinda! Muito obrigada!

Lu Muniz tem 36 anos e é do Rio de Janeiro - RJ.

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