terça-feira, 9 de agosto de 2016

ENTREVISTA COM CATARINA MUNIZ, AUTORA DE A DAMA DE PAPEL

SINOPSE: Localizado na zona periférica de Londres em meados do século XIX, o bordel de Molly está sempre repleto de fregueses: ricos e pobres, magnatas e operários. O que nenhum deles sabe – nem mesmo as outras trabalhadoras do estabelecimento – é que a dona do prostíbulo optara por ser “mulher da vida fácil” após fugir de um casamento forçado, abrigando-se nas entranhas de um cortiço na busca indelével por liberdade. Certa vez, no entanto, Molly é inebriada pelas propostas de um cliente: Charles O’Connor, o herdeiro de um império têxtil, deseja que ela seja somente sua. Molly, arrebatada pelas sensações provocadas pelo novo amante, se vê obrigada a questionar o modo de vida que conduzira com orgulho até então, além de testar os limites da liberdade obtida à duras penas. Entregues à avassaladora paixão e à incrível química sexual que os unem, Molly e Charles precisarão enfrentar as represálias sociais e a moral conservadora da época para dar continuidade a este amor proibido. Mas terão de pagar um preço alto por suas decisões. Permita-se envolver nas polêmicas e na luxúria desta narrativa que vai te deixar com água na boca!


Como surgiu a ideia de escrever "A Dama de Papel”? Não saberia dizer ao certo. É sempre uma pergunta complicada de explicar como as histórias surgem, porque elas simplesmente fluem, sem aviso nem motivo. A Era Vitoriana sempre me fascinou, assim como a muitas pessoas. E simplesmente veio a mente a história.

Quanto tempo demorou para a história ficar pronta? Demorou em média, 6 meses.


O que o leitor pode esperar de "A Dama de Papel”? O leitor pode esperar um romance repleto de paixão, erotismo, difíceis escolhas, a espinhosa luta da mulher pela liberdade e um pouco sobre como funcionava a refinada e hipócrita Sociedade Vitoriana.

Qual autor ou autora é seu preferido? Eles de alguma maneira te inspiraram a escrever? Charles Bukowski. Ele me inspira sim, mas muito mais pela postura. Bukowski é aquele tipo de autor que não deixa espaço para meio termo: ou você o ama ou o odeia. E ele escreve o que quer, da maneira que quer, sem se colocar nenhum tipo de freio ou limites. Admiro muito isso.

Se  "A Dama de Papel" pudesse ter uma trilha sonora qual música você escolheria? “Bubak and Hungaricus”, uma música cigana do início do século XVIII.
Você segue carreira apenas como escritor ou tem outra profissão? Eu sou funcionária pública do Governo do Estado de Alagoas, mas encaro a escrita como um trabalho prazeroso. 

Deixe uma mensagem para nossos leitores: Eu espero que os leitores do Blog Vitamina L possam conferir “A Dama de Papel”, que está disponível nas melhores livrarias e sites do Brasil. Beijos para todos!

Catarina Muniz tem 36 anos e é de Alagoas.

PARA LER "A DAMA DE PAPEL" CLIQUE AQUI!

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