quinta-feira, 22 de setembro de 2016

ENTREVISTA COM LAÍS MARIA E TAY DUQUE, AUTORAS DE ORGULHO E AMBIÇÃO

SINOPSE: O que acontece quando Orgulho e Ambição estão de lados opostos da mesma moeda?Dois amigos, movidos pelo mesmo sonho. Empatia foi o que construi um elo que parecia inquebrável, mas desavenças e mal entendidos provaram ser mais fortes. De um lado, Stephen Crow: orgulhoso e rancoroso, capaz de fazer o que está a seu alcance para conseguir o que quer. Do outro, Gregory Mazza: ambicioso, explosivo e ardiloso quando o assunto é defender seus interesses.Valores que podem parecer distintos, mas que no fim provam ser semelhantes. Trégua não é uma escolha, tornando o conflito inevitável. A moeda passa a ser girada constantemente. E a única pergunta é saber de qual lado ela  irá parar.


Como surgiu a ideia de escrever "Orgulho e Ambição"? A ideia principal era um triangulo amoroso. Um romance onde nada é o que parece. Misturamos nossas ideias; pesquisamos muito; ficamos empolgadas com o enredo; então começamos a imaginar uma história onde tivesse tudo que mais gostávamos: Luxo, romance, intrigas, mistério e principalmente que tivesse uma trama onde nada pode ser previsto. Com cada capítulo fazendo o leitor prender o fôlego e desejar ler mais. E foi então que nasceu o enredo de Stephen, Tess e Greg.

Quanto tempo demorou para a história ficar pronta? Tem seis meses e ainda estamos escrevendo. Estamos no capítulo 15 da primeira parte e mais de 300 páginas composta. Tem enredo suficiente para escrevermos uma trilogia, ou até mais.

O que o leitor pode esperar de "Orgulho e Ambição"? Não é um romance vazio de mocinhos e mocinhas. Tem muito de nossas ideias envolvidas na trama e na formação dos personagens. Cada frase foi predestinada a fazer o leitor pensar a respeito. A fazê-lo se identificar de alguma forma. Há também muita surpresa. O leitor irá conhecer um pouco de si mesmo, e saber entender, que nem tudo que parece, pode ser verdade. Irão entender o que o orgulho é capaz de fazer com as pessoas. Saberão que ambição pode ser destrutiva, mas também uma parte de nós mesmo. Não é errado ser orgulhoso e muito menos ambicioso. O preocupante é o que nós podemos fazer com esses sentimentos. Se vamos sufocá-los ou usá-los como nossas principais armas.

Qual autor ou autora é seu preferido? Laís: Machado de Assis, Eça de Queirós, J.K. Rowling, Sylvia Day e George R.R. Martin. Tay: Sylvia Day, Ariano Suassuna, Oscar Wilde e Mário Quintana.

Eles de alguma maneira te inspiraram a escrever? Laís: Muito! Principalmente a J.K. Rowling. Sou fã das obras da Rowling desde meus onze anos. A escrita dela é simplesmente fantástica e com certeza quem mais me influência na criação de histórias. Mas em "Orgulho e ambição" em particular, tivemos uma forte influência da Sylvia Day. Tay: Não posso negar que somos apaixonadas por Sylvia Day, entre outros autores, claro. Mas a Sylvia teve um papel principal na trama do nosso livro.

Se "Orgulho e Ambição" pudesse ter uma trilha sonora qual música você escolheria? Criamos uma trilha para Orgulho e Ambição, e a música do Tamer - Beautiful Crime, cai como uma luva no enredo. Nossas imperfeições, desafetos e nossa busca incessante por descobrir quem somos de verdade, é tratada tanto no livro quanto em cada música citada.
Você segue carreira apenas como escritor ou tem outra profissão? Ambas apenas escritoras.

Deixe uma mensagem para nossos leitores: Laís: Não tenha medo de aprender. Seja com o que estiver lendo, assistindo ou com as pessoas que você convive. A vida é muito mais surpreendente quando estamos abertos a ouvir ideias diferentes das nossas, sem que para isso seja preciso abrir mão de quem somos. Isso nos evolui. Nos torna mais maduros e em consequência mais sábios. Tay: Queria do fundo do meu coração que gostem do nosso livro que fizemos com muito amor e carinho. Foram horas a fio escrevendo, discutindo personagens, traçando um enredo bacana para fugir totalmente do clichê. Espero que curtam cada detalhe, assim como nós curtimos escrever. Espero que entendam a mensagem do livro e, por favor, conheçam a si mesmos. Não é ruim sermos quem somos, use isso para o bem. Não tenhamos medo de nada. Nossa personalidade é uma parte de nós, então convivemos com ela. E se alguém distorcer seu verdadeiro "eu" não se intimidem. Eles veem o que querem ver.

Laís Maria tem 24 anos e mora em Natal - RN e Tay Duque tem 25 anos e mora em Brasília - DF.

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