terça-feira, 25 de outubro de 2016

ENTREVISTA COM P. M. MARIANO, AUTORA DE INOCÊNCIA PERDIDA

SINOPSE: Até onde vai a crueldade humana? Felipe sentiria na alma e no corpo que tudo não é apenas carinho e amor. Após descobrir que tinha uma família, viu que os anos passados no abrigo São Marcos, foram os melhores de sua vida. E que a felicidade que tanto desejava em família, era ilusória e, aos poucos, descobre que a vida não é tão simples, e que até mesmo entre famílias existem monstros. Aos onze anos sentia na pele a violência e a crueldade daquele que deveria amá-lo e protegê-lo. O que poderia fazer, se a vida de seu irmão dependia de ele aceitar os caprichos de uma mente doentia? Como fugir do monstro que vivia a seu lado? Esta é a história de um menino que tinha rosto de anjo, mas viveu um inferno na vida.


Como surgiu a ideia de escrever “Inocência Perdida”? Não tinha nada elaborado. Surgiu de repente, sem aviso e ficou alguns dias martelando em minha mente. Sou seguidora de várias séries policiais, assim como trabalho em setores que vejo muito do que escrevi no livro. Fora que tenho uma intuição muito boa e me aproveitei dela para que Inocência Perdida crescesse. O tema do livro é considerado tabu para muita gente, mas descrevi o que realmente acontece e floreei o romance, para dar um paliativo às descrições mais pesadas. É um drama.

Quanto tempo demorou para a história ficar pronta? Uns seis meses, sendo que este livro é o primeiro volume de uma Saga. 

O que o leitor pode esperar de Inocência Perdida? Toda uma gama de sentimentos, desde carinho até raiva. O leitor vai entrar na mente do personagem principal e sofrer com ele, lutar e ter medo. Sentir ódio e esperança ao mesmo tempo. A história se baseia na vida de um grande artista plástico e Inocência Perdida é o primeiro volume. Neste vamos encontrar Felipe Ornelas de Albuquerque ainda criança, com apenas 11 anos e os fatos que o marcariam por toda a sua vida, inclusive, em relação à sua pintura. É um livro forte, mas descreve a realidade de muitas crianças no Brasil e no mundo.

Qual o autor ou autora é seu preferido? Eles de alguma maneira te inspiraram a escrever? São vários, mas sempre gostei de Pedro Bandeira e Jorge Amado. Mas nenhum deles me inspirou a escrever, já o fazia antes de conhecê-los como escritores. E mesmo Inocência Perdida não foi inspirado em nenhum livro que eu tenha lido. Eu o escrevi através de pesquisas e conhecimento de trabalho.

Se “Inocência Perdida” pudesse ter uma trilha sonora qual música você escolheria? Streets of Philadelphia de Bruce Springsteen.
Você segue carreira apenas como escritor ou tem outra profissão? Infelizmente, no Brasil, a carreira de escritor é para poucos. Sou formada em Enfermagem Obstetra. Trabalhei para o estado do Rio de janeiro como Enfermeira durante 26 anos, intercalando com a necessidade de escrever. Somente em 2009 iniciei a publicação dos meus livros. Inocência Perdida é o meu sexto livro publicado. 

Deixe uma mensagem para nossos leitores: O que eu posso dizer aos meus leitores é que eles são a força que faz com que o escritor cresça, se inspire e transforme seus sonhos em realidade. São muito importantes, na verdade, cruciais a nossa criação. Sem vocês para nos levar avante, não haveria tantos livros no mundo. Digo também que não fiquem apenas com livros estrangeiros, mas leiam os nacionais, principalmente, àqueles que estão começando agora. Dê-lhes a oportunidade de se fazerem conhecer. Existem livros nacionais de alto valor...

P. M. Mariano tem 56 anos e mora em São Pedro da Serra, Nova Friburgo - RJ.

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