sábado, 17 de dezembro de 2016

ENTREVISTA COM CLÓVIS M. FAJARDO, AUTOR DE ÊXODO - A SAGA DO OURO AZUL

SINOPSE: O ano é 2065. Tudo termina aqui! A água... A humanidade... A crise da água chegou ao extremo limite, e com ela o desemprego, a fome, o medo e a revolta. A falta de um recurso tão essencial nivelou ricos e pobres em uma única categoria: sobreviventes. No Brasil um apagão geral deu início ao êxodo urbano desencadeando uma guerra urbana: a Guerra Azul. A água, o Ouro Azul, tem seu devido respeito nessa obra singular marcada pela fé, não somente em Deus, mas no futuro e nas próprias pessoas.


Quanto tempo demorou para a história ficar pronta? Como são contos, então eu pude trabalhar individualmente em cada história, assim o livro levou apenas 5 meses para ficar pronto.

O que o leitor pode esperar de “Êxodo – A Saga do Ouro Azul”? O leitor pode esperar um bom drama, uma reflexão sobre a real natureza humana diante da luta pela sobrevivência. Tentei ser o máximo realista na projeção de um futuro sem água revelando a verdade por trás da crise da água que se espalha não só no Brasil, como no mundo.

Qual autor ou autora é seu preferido? Na verdade eu não tenho um preferido, gosto e respeito o trabalho de vários, mas admiro muito André Vianco, pela capacidade de criar histórias 100% brasileiras, em cenários nacionais, nomes nacionais e personagens com características brasileiras.

Ele de alguma forma te inspirou a escrever? Não só inspira como hoje eu faço os cursos dele da Vivendo de Inventar, onde estou aprendendo as técnicas que ele mesmo usou em seus livros. Isso é fantástico, aprender com o seu “ídolo”. Ele me faz acreditar que é possível viver de escrita no Brasil, mesmo sabendo que o mercado nacional ainda não tem o respeito necessário.

Se “Êxodo – A Saga do Ouro Azul” pudesse ter uma trilha sonora qual música você escolheria? Certamente “Down In A Hole” do Alice in Chains, pois escrevi praticamente o livro todo ouvindo Alice in Chains, bem eu sempre faço isso. Mas esse livro tem um “ar” mais triste, pós-apocalíptico, e o Alice in Chains combina muito com isso, na minha opinião, é claro!
Você segue carreira apenas como escritor ou tem outra profissão? Bem que eu queria ser apenas escritor, e trabalho diariamente para realizar esse sonho, desde os meus 15 anos. O caminho do escritor no Brasil é muito difícil, mas até que ser um jogador de futebol de sucesso. Sou professor, e fiz a faculdade de Letras muito pela paixão pela escrita. Sinto que estou cada vez mais perto desse sonho, mas não posso parar nunca de escrever, é preciso estar afiado com o mercado e o mais difícil, criar um público leitor fiel.

Deixe uma mensagem para nossos leitores: Leiam autores nacionais. Eu sei que as editoras dão prioridade aos best-sellers internacionais, mas nós precisamos romper com isso. Transformar nossos talentosos autores nacionais em best-sellers também. Veja o caso de Eduardo Spohr e Raphael Draccon, além, é claro, do próprio André Vianco. Existem muitos outros escritores como esses encalhados nas prateleiras por falta de leitores. Se a gente, digo isso como leitor, não abrir nossa mente para o mercado nacional, as editoras vão continuar procurando autores internacionais, pois elas sabem que são eles que vendem. Editora querem dinheiro, nós queremos boas histórias. Abraço à todos, e aos que escrevem: sucesso!

Clóvis M. Fajardo tem 29 anos e mora em Praia Grande - SP.

PARA COMPRAR "ÊXODO - A SAGA DO OURO AZUL" CLIQUE AQUI!

PARA LER NO WATTPAD "ÊXODO - A SAGA DO OURO AZUL" CLIQUE AQUI!

PARA LER A CONTINUAÇÃO DE "ÊXODO - A SAGA DO OURO AZUL" CLIQUE AQUI!

PARA VISITAR A PÁGINA OFICIAL DO AUTOR CLIQUE AQUI!

PARA VISITAR A PÁGINA OFICIAL DO LIVRO CLIQUE AQUI!

PARA VISITAR O BLOG DO LIVRO CLIQUE AQUI!

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Comente com o Facebook: