sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

ENTREVISTA COM JOSÉ ROBERTO VIEIRA, AUTOR DE O BARONATO DE SHOAH

SINOPSE: O Baronato de Shoah – A Canção do Silêncio é o romance de estreia de José Roberto Vieira, uma emocionante aventura épica em um mundo fantástico e sombrio. Passado, presente e futuro se encontram com a cultura pop numa mistura de referências a animações, quadrinhos, RPG e videogames. Considerado o primeiro romance nacional pensado na estética steampunk, o mundo de O Baronato de Shoahune seres mitológicos como medusas e titãs a grandes inventos tecnológicos. Desde o nascimento os Bnei Shoah são treinados para fazerem parte da Kabalah, a elite do exército do Quinto Império. Sacerdotes, Profetas, Guerreiros, Amaldiçoados, eles não conhecem outros caminhos, apenas a implacável luta pela manutenção da ordem estabelecida. Depois de dois anos ser vindo o exército, Sehn Hadjakkis finalmente tem a chance de voltar para casa e cumprir uma promessa feita na infância: casar-se com seu primeiro e verdadeiro amor.


Como surgiu a ideia de escrever “O Baronato de Shoah”? Quando eu estava na faculdade eu costumava escrever poemas e mandar para as meninas, principalmente para uma garota que eu queria namorar. Depois de um tempo nós acabamos nos tornando namorados mesmo e ela me pediu um poema. Eu tentei escrever, acabou saindo um conto. Na noite seguinte passei pelo mesmo problema: tentei poema, saiu outro conto. No fim eu juntei os dois contos e transformei em um romance, que acabou se tornando um mundo de fantasia steampunk!



O que o leitor pode esperar de “O Baronato de Shoah”? O Baronato de Shoah é o primeiro romance steampunk nacional. Ele contém altas doses de magia e fantasia, tecnologia esquisita movida a vapor, cartolas, bengalas, relógios de bolso, tramas políticas e monstros gigantes! Também tem uma dose de amor romântico, robôs e aeronavios... não nesta ordem.



Qual autor ou autora é seu preferido? Eles de alguma maneira te inspiraram a escrever? Meus autores favoritos variam conforme a época da minha vida. Já gostei muito de Herman Hesse, Machado de Assis, Mark Hein-Hagen, Mike Pondsmith, Homero, Stephen King, Balogun Ojetade, Ondjjaki, Milton Davis e vários outros. Cada autor influencia um pouco a sua escrita, cada livro que você lê é uma parcela de técnica e conhecimento, estilística e referência. Acredito que é preciso ler muito para poder escrever muito. Se você quer ser escritor, tem que ler no mínimo o quádruplo do que escreve.

Se “O Baronato de Shoah” pudesse ter uma trilha sonora qual música você escolheria? Se eu pudesse contratar duas bandas para criarem a trilha sonora eu contrataria Blind Guardian e Therion, além de Two Steps From Hell.
Você segue carreira apenas como escritor ou tem outra profissão? Eu tento seguir carreira de escritor apenas, mas ainda é difícil viver disso. Também sou tradutor, jornalista, professor de inglês e social media.

Deixe uma mensagem para nossos leitores: Jamais viva a vida de outras pessoas; isto é morrer ou apenas existir. Viva sua própria vida, busque seu destino e a sua Verdadeira Vontade!



José Roberto Vieira mora atualmente em São Paulo - SP.

PARA LER "O BARONATO DE SHOAH" CLIQUE AQUI!

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