sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

ENTREVISTA COM RODRIGO ARAÚJO, AUTOR DE DIÁRIO DA LIBERDADE

SINOPSE: Anna Loren nasceu no final do século XVIII e através do seu Diário da Liberdade, que foi escrito a punho por entre intervalos das extensas viagens marítimas, contando toda a sua ousadia para conseguir galgar uma vida menos amarga. A jovem, oriunda de Porto – Portugal, buscou durante todo o seu tempo de vida, romper os obstáculos para conquistar a tão sonhada liberdade. Entre momentos de aflições, perdas, tormentos e alegrias, conseguiu entender que o verdadeiro sentido da liberdade não seria o mesmo que tanto imaginava em seus pensamentos fantasiosos. O primeiro volume de um total de três livros tem uma abordagem intimista, onde a personagem principal (Anna Loren), conta os desafios e as consequências que sofreu, por pensar de forma inversa da sociedade em que viveu. Anna Loren interage diretamente com o leitor, onde conta a sua história de vida como quem estivesse conversando com um(a) amigo(a) de longa data.


Como surgiu a ideia de escrever "Diário da Liberdade”? Sempre tive o desejo de transpor as minhas ideias pro papel, mas até então, não sabia ao certo por onde começar, até que resolvi acompanhar a série “Vikings” e pensei, porque não me basear em alguns princípios e adaptar a época das expansões marítimas de Portugal?
Quanto tempo demorou para a história ficar pronta? Foi tudo muito rápido e inesperado, demorou cerca de três meses, onde a base da história se deu a partir do primeiro capítulo e os seguintes foram nascendo na sequência, como contos independentes que se uniram e formaram a obra. Na verdade, trata-se de um romance histórico em essência, mas se comunica com vários outros gêneros literários, pois fica até difícil de rotular, apesar de preferir dizer que se trata de um romance.
O que o leitor pode esperar de “Diário da Liberdade”? Diário da Liberdade é uma trilogia de um romance histórico, onde acrescentei um pouco de fenômenos sobrenaturais.  A história se passa no fim do século XVIII, onde a personagem principal, Anna Loren, que tem o temperamento um tanto quanto incomum para a maioria das mulheres da época, onde se cansou das mesmas hipocrisias que a sociedade louvava e resolveu seguir a sua própria vida ao seu modo. Não foi fácil e mesmo assim, não desistiu de alcançar a tão sonhada liberdade. O segundo volume que será publicado também de forma independente em março de 2017, já tem um título (Manuscritos perdidos) e está bem adiantado, onde explica algumas coisas que aconteceram no livro anterior e acrescenta novos elementos que não foram percebidos. O terceiro e último volume também já tem um título (Aurora, a Filha da Luz), que será publicado em meados de outubro de 2017, é a sequência do primeiro volume, onde o segundo volume explica o que aconteceu antes do primeiro.
Qual autor ou autora é seu preferido? Eles de alguma maneira te inspiraram a escrever? Sou muito eclético e a maneira de escrever está relacionada com o meu estado de espírito momentâneo, mas nas minhas obras, sempre se encontra influências do Paulo Coelho e do Franz Kafka espalhadas ao longo da história.
Se "Diário da Liberdade" pudesse ter uma trilha sonora qual música você escolheria? Apesar da temática abordada na letra de “Rosmarin” da banda Alemã Faun, não esteja no contexto temporal propriamente dito na história, ela consegue captar toda a essência do livro.
Você segue carreira apenas como escritor ou tem outra profissão? Sou administrador de formação, mas resolvi adentrar na escrita com mais densidade. Atualmente, existem mais dois livros prontos, esperando o momento certo de serem publicados e pelo visto, nascerão vários outros.

Deixe uma mensagem para nossos leitores: Desnudar-se através de uma obra, não é algo muito confortável, pois a medida em que colocamos a nossa essência, a nossa marca registrada em cada palavra, estamos suscetíveis a interpretações das mais variadas formas, mas o que me deixa realmente confortável, é que costumo escrever de forma a dar o leitor o que ele merece e da melhor forma possível, é uma tarefa bastante difícil agradar a todos, mas se apenas meia dúzia de pessoas se sentir um pouco anestesiado deste mundo louco, já cumpri a minha missão aqui na terra.
Rodrigo Araujo tem 26 anos e mora em Camaragibe - PE.
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