sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

RESENHA DO LEITOR: O EFEITO ROSIE

SINOPSE: A sequência do best-seller internacional O Projeto Rosie. O Projeto Rosie foi concluído, e Don e sua amada estão morando em Nova York. Ele é professor na Universidade de Columbia, e Rosie cursa o primeiro ano do programa de doutorado em medicina. Tudo vai muito bem até o dia em que ela anuncia: “Estamos grávidos.” Diante do desafio ainda maior do que encontrar uma esposa, Don não vê alternativa a não ser iniciar o Projeto Bebê. Ao tentar definir os protocolos para se tornar pai, usando seu estilo de pesquisa peculiar e suas habilidades sociais – ainda baixíssimas –, Don, é claro, acaba se metendo em várias confusões e mal-entendidos. Agora ele corre o risco de ser processado, deportado, de perder a credibilidade profissional e, o pior, de perder Rosie para sempre. Prepare-se para rir, chorar e se emocionar novamente com o professor de genética mais carismático de todos os tempos.


Oi minha gente! Bem-vindo 2017. Desejo muitas leituras e aventuras a todos nós!!! Meu Deus, eu já disse que eu amo o Don Tillman hoje? Pois é, eu o amo, gente. Como pode um ser humano ser como ele é, realmente ele é único. Sou apaixonada pelo seu jeito todo esquisito, deve ser isso que Rosie viu nele. Bom, pra quem não conhece esse romance, espia a resenha do O Projeto Rosie aqui!


Agora sim, podemos falar sobre o Efeito Rosie. Não tem como não se identificar com Don em alguma situação. É um romance incrível, uma leitura, daquelas que você ficará torcendo para não acabar de tão gostosa que é. Para mim o sucesso se repetiu no Efeito Rosie, Graemer escreve muitooo bem e nos envolve em cada capítulo. Don e Rosie se apaixonaram, casam-se rapidamente, e logo começam sua vida a dois, mudando-se da Austrália para Nova York, onde Don continua lecionando como professor de genética e Rosie está prestes a concluir seu doutorado na aérea de medicina, isso tudo na Columbia, uma importante universidade do país.


Don é um cara muito correto, metódico, e como cientista, está preparado para terminologias técnicas e não emoções. E agora, eles estão grávidos e Don não consegue esboçar outra reação a não ser se sentir “eletrizado”, mas não é isso o que Rosie espera do seu marido e futuro pai do seu filho. Ele tenta se conectar as emoções esperadas a um ser humano normal e, além disso, tenta fazer com que Rosie tenha tudo o que precisa para gerar esse filho, sendo mais saudável, praticando atividade física, não consumindo álcool ou cafeína em excesso.


No meio disso tudo, seu melhor amigo Gene, passará uma temporada na casa de Don e Rosie. Gene se separou de sua esposa, a Claudia (enfim) e está sem casa e o relacionamento com os filhos também não está legal. Agora, em Nova York o círculo de amigos de Don até aumentou, fazendo com que a saída com o grupo de amigos (homens) se torne sua aventura semanal, se distanciando quase sem perceber de Rosie, pois acaba tentando ajudar Gene e seus novos amigos na resolução de seus problemas.


Nem se tornando um expert, de forma técnica em gravidez deixará Rosie satisfeita, ela não está com muita paciência para explicações de Don. Embora Don faça muitas coisas, ainda não é suficiente, e ele não consegue demonstrar a Rosie como pode ser um bom pai, como já dito ele é técnico demais, acaba soando muito racional e não emocional. Don é um ser programado para o conhecimento, ele é fera, mas não sabe se comportar diante das mudanças da necessidade de uma mulher grávida. A chegada do bebê e a falta de emoção de Don é a grande preocupação de Rosie.


Mas, é como se Don traçasse uma meta para aprimorar seus conhecimentos, lendo livro sobre gestação, desenhando o desenvolvimento do bebê através das semanas no azulejo do banheiro. E até fazendo uma observando de campo em um pequeno parque para crianças da cidade, pena que não é compreendido e isso faz com que a polícia o confunda com um possível pedófilo, causando como ele diz: o “incidente do parquinho”, onde é levado pela polícia a prestar depoimento e tem que passar por uma análise clínica a fim de comprovar que não trará risco a sociedade, essa narrativa é muito engraçada – apesar de longa.  Não tem como não se envolver com o Don. Dá vontade de entrar no livro e falar: “Don, não faz isso, não toma essa decisão, anda logo, pensa um pouco”. Algumas situações não são resolvidas com rapidez, mas é compreensivo pelo comportamento do personagem principal.  Com toda essa falta de jeito familiar Don e Rosie entram numa crise no casamento, e agora como será o futuro do casal e do filho deles?


O estilo da capa do livro mudou, mas o tipo de narrativa continua a mesma, fácil e agradável. Apesar de gostar mais do primeiro livro, é sempre bom dar continuidade a história. Espero que gostem. Até semana que vem!


VITAMINAS:



RESENHA ESCRITA POR: GREISI SILVA
28 anos, administradora e artesã nas horas vagas, apaixonada por leitura e artes, não vivo sem música, poesia e cinema. Descobri que viajar é preciso e comer pipoca é fundamental para se ter boas ideias.


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