sexta-feira, 31 de março de 2017

ENTREVISTA COM CAROLINE DEFANTI, AUTORA DA TRILOGIA IRMANDADE DA COPRA

SINOPSE A IRMANDADE – VOLUME 1: Em um futuro longínquo, a quase extinção do ser humano fez com que os poucos que restaram lutassem pela sobrevivência em colônias extraterrestres. Entretanto, alienígenas se apossam da Terra e a curam, mas os homens desejam ter seu planeta e vidas de volta. Mas os seres não parecem dispostos a abrir mão de seu novo lar. Por isso, os homens criam novos soldados, uma raça nova capaz de combater essas criaturas e recuperar o planeta. Assim nasce a Irmandade de Copra.


SINOPSE JOGOS DE LIDERANÇA – VOLUME 2: A Irmandade de Copra está com problemas. Enquanto Aeris vive com Dakarai e os Copranos, aprendendo a amar o seu estilo de vida, a respeitar a deusa Copra e a viver na Terra, como seus ancestrais haviam feito antes de destruí-la, a Irmandade enfrenta uma fase difícil, onde planos sombrios são traçados. Anos depois do seu desaparecimento, Aeris volta a ter contato com um dos Irmãos e descobre algo terrível: A Irmandade não é mais o que era antes. Os Irmãos estão em um jogo perigoso que mistura astúcia, trapaça e Dádivas. A liderança é o prêmio, os rivais têm suas cartas na manga e o maior medo de Aeris, Dakarai e todo o povo Coprano pode se tornar real. Com a ajuda do estrategista Chess e seus Irmãos, Aeris vai precisar de muita coragem e inteligência para vencer esses Jogos de Liderança.


Como surgiu a ideia de escrever “Irmandade de Copra”? Como leitora – porque, afinal, todo escritor é e sempre será um leitor –, eu gosto de livros que me passem alguma mensagem, que me ensinem alguma coisa e/ou que me emocionem – foi o que aconteceu quando li obras de Terry Pratchett, Neil Gaiman, Isaac Asimov, Tolkien e outros. Então, como escritora, passei a querer fazer a mesma coisa – ou, pelo menos, tentar. Tento sempre transmitir mensagens aos leitores através das histórias que eu escrevo – sejam livros ou contos. Normalmente, a história gira ao redor de alguma ideia principal que eu quero passar. E com a Irmandade de Copra não é diferente, tem uma mensagem que eu quero passar ao leitor usando essa relação entre os Irmãos e o ser humano com os Copranos e a Terra – espero ser competente o bastante para isso, pelo menos. E, como eu sempre fui muito fã de ficção científica e fantasia, o resultado foi esse universo da Irmandade de Copra – por enquanto, porque tem outros.

Quanto tempo demorou para a história ficar pronta? Normalmente, eu planejo toda a história – o que costuma levar alguns meses – e crio o perfil dos personagens principais antes de começar a escrever de fato – sou do tipo que precisa saber exatamente sobre o que está escrevendo, não consigo sair criando a história enquanto crio o texto em si. Comecei a escrever a Irmandade de Copra quando tinha dezesseis anos e terminei aos dezoito – depois de revisar umas quinhentas vezes.

O que o leitor pode esperar de “Irmandade de Copra”? Essa provavelmente é uma das perguntas mais cruéis e difíceis que podem me fazer, porque eu sou realmente péssima em autopromoção – de verdade, eu não sei falar sobre os atributos das minhas histórias sem entregar a história em si, o que não é legal e a maioria não gosta. Então, para essa pergunta, terei a ousadia de responder que o leitor pode esperar o que já é óbvio na sinopse: uma história do conflito entre duas espécies diferentes que querem a mesma coisa.

Qual autor ou autora é seu preferido? Eles, de alguma maneira, te inspiraram a escrever? Eu até hoje não conheci nenhum autor ou escritor – digo um ou outro porque, para mim, são diferentes – que não fosse inspirado pelos seus ídolos literários – alguns até afirmaram que não eram inspirados ou influenciados, mas eu francamente acho que não é verdade, porque sinceramente penso que isso não é possível. Sempre que gosto de alguma história que leio, eu fico automaticamente inspirada, porque aquela história me fez sentir tão bem, que fico com vontade de fazer o mesmo por outras pessoas. Então, sim, há histórias e escritores que me inspiram muito, como: Issac Asimov, Neil Gaiman, Terry Pratchett, J. R. R. Tolkien, Pierce Brown (Brown é um escrito bem novo no mercado), Patrick Rothfuss, Júlio Verne e muitos outros.

Se “Irmandade de Copra” pudesse ter uma trilha sonora, qual música você escolheria? Eu já perdi as contas de quantos autores e escritores criam listas de músicas, dizendo que foram as que eles ouviram enquanto escreviam. Mas eu não gosto de fazer isso. Quando estou escrevendo, prefiro fazer isso em silêncio e totalmente focada no texto. Se começo a escutar alguma música, principalmente se for alguma que eu gosto, acabo perdendo o foco e esquecendo o que estou escrevendo – e aí o texto não ficará do jeito que eu acho que deve ficar. Então, eu escuto muito músicas antes de começar a escrever – ou em qualquer outro momento, na verdade. A música me faz ter vontade de escrever. Então, a música que eu escolheria – acho que a palavra “escolher” nem é a mais adequada – como trilha sonora da Irmandade de Copra seria Orchard of Mines, da banda Globus.
Você segue carreira apenas como escritor ou tem outra profissão? Seria maravilhoso poder dizer que sigo carreira como escritora, mas infelizmente eu não estou nesse nível – tenho que comer muito feijão com arroz para isso ainda. Por enquanto, eu estou fazendo faculdade, sou revisora de livros e é isso aí.

Deixe uma mensagem para nossos leitores: Tudo o que nós, autores e escritores, fazemos é para vocês. Então, não parem de ler nunca.

Caroline Defanti tem 24 anos e mora em Niterói - RJ.

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