sexta-feira, 28 de abril de 2017

RESENHA DO LEITOR: COROAÇÕES - AURORA DE POEMAS

SINOPSE: Coroações – Aurora de poemas, o primeiro livro de Débora Garcia, nasce para coroar seus leitores ao propor uma releitura de nossas questões cotidianas através da poesia. Composto por 65 poemas divididos em três capítulos, o livro apresenta em Coroa de espinhos, Coroa de flores e Ojá, poemas que falam de dor, denúncia social, amor, escrita, ancestralidade e negritude. A crítica social se faz presente na maioria dos poemas, o que não faz de Coroações um livro ácido, pelo contrário, a Aurora que envolve seus poemas confere ao leitor a leveza necessária para que os mesmos também queiram vestir a sua Coroa.


Oi minha gente! Vamos falar de poesia. Eu amooo poesia, acredito que seja uma das melhores formas de expressão. É como uma obra de arte, cada um tem sua interpretação, é uma visão diferente do que se lê ou ouve, poesia é livre, poesia é puro amor né gente!


Coroações – Aurora de Poemas é o primeiro livro de poesias de Débora Garcia. Débora é uma das idealizadoras do Espetáculo Sarau das Pretas, que tive a oportunidade de assistir e me emocionar aqui na minha cidade. Aproveito para falar desse projeto incrível, caso tenham a oportunidade de ver esse espetáculo, não percam, é talento puro das poetisas: Débora Garcia, Elizanda Souza, Thata Alves e Jô Freitas.


Além do espetáculo protagonizado pelas poetisas, o microfone é aberto a quem quiser manifestar, poesia, canto, sendo uma manifestação cultural, livre. O importante é participar e acrescentar a esta mistura rica em nossa vida. Além das poetisas tem a linda percursionista Taissol Zyggi. O Projeto completou um ano, vejam a reportagem da JéssicaBalbino!


No livro da poetisa Débora, podemos sentir a as palavras fortes de uma mulher preta, com muita inteligência, emoção, principalmente, em forma de resistência pura. São poemas não só de resistência, mas de amor, ascensão, sobre a vida, descobertas, enfim tudo o que sentimos! Confira um dos poemas feito por Débora. E agora, se tornou um dos meus preferidos.


Sou Negra

Sou Negra!
Negra como a cor da noite
Negra como o carvão
Negra sim!
E não venham dizer que isso é ruim
Porque, eu digo, é muito bom.
Não é fácil. Mas o que é fácil nessa vida de cão?

Sou negra
E a esperança em mim reluz como estrelas no breu
Como a lua e o sol imperam no céu.
A luta em mim resiste como um diamante
Que não se quebra
Meu sangue é preto e vermelho
Pelo luto que guardo pelos meus ancestrais
Abatidos covardemente

O banzo as vezes me persegue
Mas resisto bravamente
Não  vou ser derrotada novamente
Por isso digo com alegria:
Sou negra!
Negra rainha
Negra mulher.
Negra com orgulho.
Sou negra nesta e serei, em todas as vidas!


Se quiserem saber mais sobre o trabalho do Sarau das Pretas - SP, siga nas redes sociais! Espero que tenham gostado! Até a próxima!!!


Sobre a autora: Débora Garcia é poetisa, cantora, atriz, gestora cultural e assistente social formada pela Universidade Estadual Paulista – UNESP. Atua na Associação Cultural Literatura no Brasil desde 2009, na cidade de Suzano, São Paulo. Presidiu a entidade entre os anos 2012, 2014, acumulando ampla experiência em gestão cultural na área do livro e literatura. Desenvolve e participa de projetos culturais nos quais trabalha com a literatura, música e teatro, suas áreas de atuação. Publicou seus textos em diversas antologias voltadas à literatura negra e periférica.

PARA VISITAR A PÁGINA DO SARAU DAS PRETAS - SP CLIQUE AQUI!


VITAMINAS:



RESENHA ESCRITA POR: GREISI SILVA
28 anos, administradora e artesã nas horas vagas, apaixonada por leitura e artes, não vivo sem música, poesia e cinema. Descobri que viajar é preciso e comer pipoca é fundamental para se ter boas ideias.

ENTREVISTA COM GUILHERME ANDRADE, AUTOR DE GUERRA SANTA

SINOPSE: Após receber a noticia de que seu pai foi assassinado, Shaylla Petrovit descobre que ele era um demônio e que ela herdou seus poderes. Nesse turbilhão de sentimentos e informações, Izabel Petrovit, mãe de Shaylla, foi levada para o inferno pelo filho de Lúcifer, que exigiu em troca da vida dela, duas poderosas Joias que dão a quem possuí-las imortalidade e poder infinito. Começa, então, uma batalha contra o tempo para Shaylla encontrar essas misteriosas Joias e salvar a vida de sua mãe. Descubra o final dessa história cheia de ação, aventura e amores proibidos.


Como surgiu a ideia de escrever “Guerra Santa”? Tudo começou no ensino fundamental, quando eu ainda estava na sétima série. Eu assistia muito animes, e adorava um chamado “Bleach”, mas não gostei do desenvolvimento da história. Então, decidi escrever como eu gostaria que a história fosse desenvolvida, trocando os personagens e alguns fatos da história.

Quanto tempo demorou para a história ficar pronta? Cerca de 8 meses.

O que o leitor pode esperar de “Guerra Santa”? Uma história repleta de ação, com lutas de espadas entre anjos de demônios, mistérios, grandes revelações a cada capítulo e, claro, amores proibidos. 

Qual autor ou autora é seu preferido? Ele (a) de alguma maneira, te inspirou a escrever? Meu autor preferido é Dan Brown. E com certeza, ele me inspirou a escrever minhas histórias.

Se “Guerra Santa” pudesse ter uma trilha sonora, qual musica você escolheria? Alguma música que envolva ritmos acelerados, demonstrando todas as cenas de ação envolvidas na história. Mas ao mesmo tempo a música teria que ser melódica, para representar, também, as partes tristes. Eu escolheria “All That I’m Living For” da banda Evanescence.
Você segue carreira apenas como escritor ou tem outra profissão? Atualmente trabalho escrevendo meus livros, sou empresário tendo uma loja de roupas no segmento infantil, e sou blogueiro tendo criado o projeto “independência literária”.

Deixe uma mensagem para os nossos leitores: Espero que vocês gostem do meu livro, pois foi escrito com muito carinho. Continuarei escrevendo, tentando, assim, proporcionar boas histórias para os leitores brasileiros.

Guilherme Andrade tem 23 anos, é natural de São Paulo, mas mora atualmente em Recife - PE. 

PARA LER "GUERRA SANTA" CLIQUE AQUI!

quinta-feira, 27 de abril de 2017

RESENHA: O MILAGRE

SINOPSE: Jeremy Marsh é um jornalista cético que dedica a vida a investigar e desmentir fenômenos sobrenaturais. Ele está no auge do sucesso, prestes a ir trabalhar na TV, quando recebe uma carta curiosa. Nela, uma senhora relata a ocorrência de luzes estranhas e fantasmagóricas no cemitério de Boone Creek, uma pequena cidade na Carolina do Norte. Farejando uma boa história, Jeremy sai de Nova York e vai passar uma semana lá. Quando começa suas investigações, ele conhece a obstinada Lexie Darnell. Responsável pela biblioteca local, ela está determinada a proteger as pessoas e a cidade que tanto ama - e nem um pouco disposta a confiar no forasteiro. Depois de sofrer pelo término de dois relacionamentos, ela tem duas certezas: a primeira é de que seu lugar é em Boone Creek, e a segunda é de que não se pode acreditar num homem tão sedutor quanto Jeremy. O que ela não imagina é que o jornalista também tem suas feridas. Ele nunca conseguiu superar completamente a dor de seu casamento desfeito e a frustração de saber que jamais poderá ser pai. Enquanto tenta descobrir a verdade por trás das luzes do cemitério, Jeremy tem que desvendar também os próprios sentimentos e se vê diante de escolhas muito difíceis, entre elas a de voltar para a vida que conhece em Nova York ou fazer algo completamente novo: acreditar. O milagre é um romance que explora os maiores mistérios de todos: os do coração.


Titulo Nacional: O Milagre 
Titulo Original: True Believer
Autor: Nicholas Sparks
Tradução: Flávia Souto Maior
Editora: Arqueiro
Ano: 2015
ISBN: 978-85-8041-401-1
Série: Jeremy Marsh & Lexie Darnell
Volume: 01
Número de páginas: 287

Costumava ver "O Milagre" em promoções e que ficava curioso para saber porque um livro do Nicholas Sparks estava sempre tão barato. Agora eu sei o motivo. O livro é um romance água com açúcar, daqueles que compramos em banca de jornais. Mas não é um livro ruim. O livro foi lançado no Brasil em 2006 pela Editora Agir foi relançado pela Editora Arqueiro apresentando uma capa mais atraente, uma edição melhor trabalhada e seguindo a mesma linha editorial dos outros livros do autor. O título original dele é True Believer, que seria "Verdadeiro Crente" em português que combinaria mais com a história. Ainda falando sobre a nova capa, ela é bonita, mas o casal não é muito o que imaginei para Jeremy e Lexie. Na edição da Agir, aquela capa com a loira foge um pouco dos sentidos, pois a Lexie é descrita com os cabelos castanhos.


Nele conhecemos Jeremy, um jornalista investigativo cético, racional, crente na ciência e que desmascara mistérios. Como, por exemplo, quando foi em um programa de televisão para desmascarar um médium que dizia falar com as pessoas mortas que eram queridas por pessoas da plateia, mas que na verdade pesquisava sobre a vida dessas pessoas antes. Dei muita risada com o começo do livro e gostei do senso de humor de Jeremy. Ele mora em Nova York e sua carreira está em ascensão. Do outro lado, em uma pequena cidade do interior (Boone Creek), temos Lexie, mulher inteligente, doce, corajosa e forte, mas que não procura nenhum tipo de relacionamento porque já sofreu no passado.


Quando Jeremy recebe uma carta falando de algo misterioso que acontece em uma cidade do interior, ele decide ir a Boone Creek investigar o mistério das luzes que aparecem no cemitério da cidade à noite. A intenção dele é passar apenas uma semana na cidade e voltar à Nova York para curtir seu sucesso. Pode até parecer que eles demoraram a se envolver já que Lexie não cede aos encantos de Jeremy logo de cara, mas a história de amor deles se desenrola em uma semana. As tiradas do casal e seu joguinho de sedução no início é legal, algo que Nicholas costuma fazer com seus protagonistas, como em A Escolha (ver a resenha aqui).


A cidade de Boone Creek é daquelas pequenas onde todo mundo conhece todo mundo, ajudam uns aos outros e não gostam muito das pessoas que vem de fora. Jeremy começa a pesquisar sobre as luzes no cemitério e para isso, passa bastante tempo na biblioteca. Adivinhem quem é a bibliotecária? Lexie, é claro. Algo legal no livro é o mistério das luzes do cemitério, que queremos saber o que é a todo custo e que no final não era nada tão demais assim.


Gostei mais ainda quando o autor adentrou no passado de Jeremy, deixando-nos conhecer a dor que ele carregava em seu coração. O que mais gostei em Lexie foi sua língua afiada na hora de dar respostas em Jeremy. Foi muito divertido acompanhar cada um dos diálogos entre os dois. Dóris, a avó de Lexie, também me agradou. Assim como a neta, ela foi a responsável por diálogos ótimos com ambos os personagens e nos forneceu informações importantíssimas acerca do enredo. Fiquei durante toda a leitura, procurando qual era o milagre de O Milagre. Quando entendi, já estava acabando o livro.


Quando se fala em Nicholas Sparks  as pessoas já pensam em "romance intenso, doenças, mortes no final, etc". A história desse livro foge de tudo que se espera do autor. Não tem tragédia, não tem mortes, choro ou doenças. Acho que o autor Nicholas Sparks estava cansado de receber comentários sobre as tragédias em seus romances e resolveu criar uma história de mistério e investigação. É um livro para acalmar o coração dos fãs. Leve, detalhado, calmo, quase parando. A história, em si, é legal. Previsível? Sim. Clichê? Também. Mas o cara consegue fazer a gente gostar de uma forma diferente. A mensagem do livro também é legal. Chega um momento em que eles se encontram obrigados a decidir: Quem largaria tudo pelo outro? Quem abriria mão de tudo que conquistou em nome do amor?


O livro é narrado em terceira pessoa com o foco mudando entre os personagens principais. O que deixa o livro mais dinâmico. Não chega a ser uma de suas melhores obras, mas o romance foi bem embasado e até mesmo, encantador. O livro ainda tem uma continuação chamado À Primeira Vista. Quem reclama dos finais tristes de Nicholas pode dar uma oportunidade para este livro.



VITAMINAS:


ENTREVISTA COM FLÁVIA RAYANA, AUTORA DE DIÁRIO DE UMA VIAJANTE

SINOPSE: Após perder o noivo em um acidente de carro, Alice devastada quer apenas viver em seu quarto lamentando a perda daquele que amou desde a infância. Frustrada por todos os planos que tinham construídos juntos e que agora não poderiam mais se realizar até seu irmão convencê-la a arriscar e conhecer os países que ela e Henrique planejavam conhecer juntos. Decide então fazer as malas. Alice tinha um plano oculto desde o início, mas acaba encontrando muito mais que o autoconhecimento que jurava aos pais precisar. Em meio a sua dor, aprenderá a reconhecer a dor do próximo e abrir os olhos para as oportunidades que a vida estava lhe dando. Será que ainda teria coragem de levar seu plano até o fim? Embarque nessa aventura cheia de encantos com Alice. Você vai rir, vai chorar, vai conhecer os quatro cantos do mundo com ela, e certamente vai se apaixonar.


Como surgiu a ideia de escrever "Diário de Uma Viajante"? Bom, eu sempre quis viajar por vários países, mas, financeiramente falando as possibilidades são remotas. Como desde pequena gosto de escrever decidi que uma pessoa fazendo uma viagem seria interessante para que tanto eu, quanto as pessoas que lessem meus livros se sentissem um pouco mais próximo dos lugares por onde Alice passar. Precisava então achar um motivo que fizesse com que ela sentisse que deveria fazer aquela viagem. Perder o amor da sua vida e não saber mais o que fazer para sobreviver me pareceu um bom motivo. Essa viagem faria com que ela se sentisse mais próxima de seu noivo, e também lhe daria a chance de conhecer novas pessoas e vivenciar novas experiências. Talvez ela até descubra que ainda vale a pena continuar a viver, mesmo depois de uma grande tragédia. 

Quanto tempo demorou para a história ficar pronta? A história ainda não está pronta, levo pelo menos uma semana entre um capítulo e outro.

O que o leitor pode esperar de "Diário de Uma Viajante”? Com certeza muitas aventuras, a oportunidade de viajar e conhecer lugares lindos e culturas diferentes, além de perceber que todo mundo possui suas próprias dores, não existe maior nem menor, não existe vida perfeita. Certamente eles vão se divertir acompanhando as confusões em que Alice vai se meter, vão amar as pessoas que ela vai conhecer e vão desejar que alguém conquiste o coração da mocinha.

Qual autor ou autora é seu preferido? Eles de alguma maneira te inspiraram a escrever? Essa é uma pergunta complexa, gosto de muitos. Mas em especial Jane Austen. Ela me incentivou a escrever mulheres fortes.

Se "Diário de Uma Viajante" pudesse ter uma trilha sonora qual música você escolheria? Uau, essa pergunta me pegou desprevenida. Apesar de amar música nunca pensei sobre isso. Mas eu acho que talvez Photograph de Ed Sheeran. 

Você segue carreira apenas como escritor ou tem outra profissão? Tenho outra profissão, sou professora. Apesar de amar escrever, viver disso ainda não é possível. É meu desejo, mas Diário de uma viajante é meu primeiro livro no Wattpad. Recentemente comecei a postar uma outra história mais voltada para o humor  que é completamente diferente do que estou acostumada a escrever. Minha expectativa é que dê certo. Tenho também alguns outros projetos em aberto não publicados. Espero que tudo caminhe bem e possa me firmar apenas como escritora, apesar de amar também ser professora.

Deixe uma mensagem para nossos leitores: Queridos leitores do Vitamina Livros, queria primeiro agradecer por terem dedicado um tempinho a me conhecer através dessa entrevista. Vocês puderam conhecer também história "Diário de Uma Viajante". Espero que tenham gostado e que se interessem em acompanhar a história de Alice e se aventurar com ela. E fiquem atentos, pois muitas outras coisas estão por vir. Foi um prazer poder falar com vocês e queria agradecer ao pessoal do blog pela oportunidade. Beijos.

Flávia Rayana tem 24 anos e é de Salvador - BA.

PARA LER "DIÁRIO DE UMA VIAJANTE" CLIQUE AQUI!

quarta-feira, 26 de abril de 2017

RESENHA DO LEITOR: AMORES E DESAMORES - CONTOS

SINOPSE: Nesta coletânea de 11 contos curtos, a autora narra de forma delicada, característica da sua escrita, histórias de amores que deram certo e de outros que não terminaram bem, dividindo com o leitor a angústia, o sofrimento e o medo de seus personagens, bem como seus sonhos e suas alegrias.


Autor (a): Renata R. Corrêa
Número de Páginas: 66 páginas.
Ano de Lançamento: 2017


Olá pessoal! E aí como foram de feriado? Eu aproveitei o meu para escrever duas resenhas lindas! E uma delas é desse livro gracinha e delícia!  Amores e Desamores é o novo livro da linda, fofíssima e quase xará Renata R. Corrêa, mesma autora de CONTRA TODAS AS PROBABILIDADES (RESENHA AQUI!). Como foi dito na sinopse o livro conta com 11 contos curtos e delicados. O livro é tão gracinha que tive dificuldade de decidir como resenhar essa belezura, na verdade até esse momento da minha escrita ainda não sei muito bem como fazer isso. O motivo? Minha vontade é falar sobre todos os contos... Mas daí pode perder a graça né? Então vamos fazer assim: vou escrevendo e torcendo para que gostem!


No primeiro conto conhecemos Catarina. Sabe aquelas pessoas que vivem tudo ao extremo? Então, ela é dessas. Se ama, ama de verdade! Os contos vão sendo narrados por dois pontos de vista: AMOR E O DESAMOR. Ou ainda pelos dois! Esse é o caso do conto 3. Nele temos uma bela mulher que sabe ser linda e sabe que é linda. Sabe seduzir, ser o centro das atenções. Nunca foi ligada ao amor. Mas o amor... aaah ele sabe pegar a gente de jeito não!? Ela amou e assim como amou, desamou. Mas quer saber? “FOI FELIZ COMO NUNCA HAVIA OUSADO SER”.


Não posso deixar de falar do 4º conto, pois foi um dos que mais gostei. Sabe aquele relacionamento que amamos muito ou achamos que amamos muito? Se “amamos” muito o outro lado em contrapartida não “ama” tanto assim. Esse é o caso de “Ela”, no conto "Um Certo Alguém".  Um dia “ele” terminou tudo. Como ELA sofreu e chorou. Só que tudo passa. Ela superou e quando o viu, suas pernas nem tremeram mais. 


E o amor adolescente? Quem nunca teve um não é mesmo!? Ele também aparece no livro... um amor de férias que muitas vezes passa. Esse amor passou!


PRECISO FALAR DO 6º CONTO!! Rê, você já me conhece e sabe que sou curiosa. Sendo assim só digo: NECESSITO de saber mais desse “ele e ela” do conto "Amizade Colorida". 


Ah meu povo, não podia faltar um texto sobre o cara que acha que amor nunca vai chegar. Hahahaha bobinho! Ele chegou... isso você pode conferir lá no 9º conto (Surpresas do Amor). E o último conto (Era Inevitavelmente Amor)? Não sei explicar, mas “ela” me lembra sua Ana do romance Contra Todas As Probabilidades... me deu uma saudade tão grande dela Rê, rs.


Minhas impressões: Em seu novo livro, a autora nos mostra que dá para falar de amor e desamor de um maneira linda e fofa. Renata é dona de uma escrita leve e delicada, e isso faz com que a leitura de “AMORES E DESAMORES” seja leve, prazerosa e rápida (daquelas para um final de expediente, rs). Super recomendo a leitura!! Rê, parabéns por mais esse sucesso! Você sabe o quanto te desejo tudo de melhor. Beijos pessoal, até semana que vem e não deixem de adquirir o exemplar de vocês.



VITAMINAS:



RESENHA ESCRITA POR: RENARA CABRAL PEREIRA PAVEZ
24 anos, capixaba e casada. Formada em pedagogia. Amo ler e dar aula. A leitura me faz viajar!

ENTREVISTA COM DAN M., AUTOR DE 3:07

SINOPSE: De mudança para o interior da cidade, Walter e Aline estão em crise no relacionamento. Com o intuito de resgatar o casamento e de melhorar não somente a vida deles, mas também de Gabriel, o filho de sete anos, portador de paralisia cerebral, eles vão para a cidade de Hidras. Um lugar bem sereno. A casa é um sobrado antigo, afastado da cidade, de frente para um belo lago. Walter trabalha à noite, como supervisor na empresa Nutrillare, produtora de alimentos. Após surgir uma canoa presa na margem do lago e uma estranha mulher na cidade, situações surpreendentes vão se revelando.  As madrugadas começam a ficar difíceis para Aline, principalmente às 03:07. Vestígios e pegadas molhadas começam a surgir pelos cômodos, deixando-a amedrontada. No silêncio da noite, sombras vagam pela casa e Gabriel tenta se comunicar com os pais, mostrando o desenho que fizera de um monstro, que aterroriza o sono de todos. Desconfiada que a casa foi palco de uma noite macabra, a sanidade de Aline está em jogo.


Como surgiu a ideia de escrever “3:07”? Eu precisava realizar um sonho de alguma forma, minhas histórias sendo vistas por todo mundo. Costumo assistir muitos filmes, seriados, e adoro uma leitura de suspense. Na verdade, essa trama tinha outro nome; “O Monstro de Tinta” a ideia seria de um menino desenhar monstros que frequentam a casa de madrugada, porém, já existe um livro baseado com essa temática. Então, resolvi mudar o título e seguir em frente com uma nova obra. Por causa do novo nome, fiz questão de escrever principalmente nas madrugadas...

Quanto tempo demorou para a história ficar pronta? Cinco meses. Aproveitei as férias do meu outro trabalho, escrevi dia e noite. Contando com: pesquisa, elaboração e roteiro de criação.

O que o leitor pode esperar de “3:07”? Além do terror e suspense, muito amor e mistério. Uma trama inteligente, que desperta uma curiosidade em saber o que realmente aconteceu numa bela noite na casa e principalmente no lago. Um quebra cabeça que confundirá o leitor até as últimas consequências. Personagens que enfrentam dia a dia a deficiência do filho Gabriel e as madrugadas perturbadoras, fora a insanidade da Aline em ficar atormentada com o segredo do horário.

Qual autor (a) de sua preferência? Não tenho autor preferido. Sou apaixonado por enredo e tenho um enorme carinho por autores nacionais, principalmente. Obras na qual me incentiva a escrever; aprecio muito a serie Vaga-Lume - infanto-juvenil. Cresci lendo essas obras, marcou minha vida.

De alguma maneira, eles te inspiram a escrever? Sim. Principalmente a capa, a ilustração. Sou admirador assíduo de uma boa mensagem e do trabalho de marketing que o projeto tem a oferecer. Não simplesmente só a escrita, mas o todo.

Se “3:07” tivesse uma trilha sonora, qual seria? Confesso que eu nunca pensei sobre isso (risos), mas, adoro a abertura do seriado The Walking Dead. 
Você segue carreira apenas como escritor ou tem outra profissão? Trabalho numa empresa prestadora de serviços de limpeza, portaria em geral e nas horas vagas sou Freelancer em designer digital. Cursei Publicidade e Computação Gráfica.

Deixe uma mensagem para novos escritores: Primeiramente acredite em você, siga seus sonhos e persista, mesmo nos momentos mais difíceis. Esperar, também é vencer. Tudo tem o momento certo e quando chegar a hora, agarre com todas as forças. Procure sempre estudar, praticar e ler bastante. Trocar feedback com autores e leitores ajuda bastante no conhecimento. E uma coisa muito importante no mercado; respeite para ser respeitado.

Deixe uma mensagem para nossos leitores: Quero convidar você leitor, a conhecer minha obra “3:07” um terror/suspense que está repercutindo muito nas redes sócias e nos fóruns literários do gênero. Aproveito para deixar um aviso muito importante; aprecie as obras nacionais. Autores brasileiros tem muito a oferecer tão quanto os estrangeiros. Eu luto e sempre digo que, nossas histórias são ricas culturalmente e tem uma escrita que de alguma forma, faz com que você as identifique.

Dan M. tem 37 anos e mora em Araraquara - SP.

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terça-feira, 25 de abril de 2017

RESENHA DO LEITOR: THE HEART OF BETRAYAL

SINOPSE: Em “The Heart of Betrayal — Crônicas de Amor e Ódio v.2”, Lia e Rafe estão presos no reino barbárico de Venda e têm poucas chances de escapar. Desesperado para salvar a vida da princesa, Kaden revelou ao Vendan Komizar que Lia tem um dom poderoso, fazendo crescer o interesse do Komizar por ela. Enquanto isso, as linhas de amor e ódio vão se definindo. Todos mentiram. Rafe, Kaden e Lia esconderam segredos, mas a bondade ainda habita o coração até dos personagens mais sombrios. E os Vendans, que Lia sempre pensou serem selvagens, desconstroem os preconceitos da princesa, que agora cria uma aliança inesperada com eles. Lutando com sua alta educação, seu dom e sua percepção sobre si mesma, Lia precisa fazer escolhas poderosas que vão afetar profundamente sua família... e seu próprio destino.


No segundo volume de As Crônicas de Amor e Ódio, Lia continua sua jornada para Venda, o reino bárbaro que parece ficar do outro lado do mundo. Desde pequena Lia aprendeu que os bárbaros eram cruéis e letais, mas essa não é a primeira vez que ela estava enganada. A cidade de Venda é enorme e assustadora, o que dificultaria - e muito - uma fuga, mas lá ela encontra pessoas que oferecem um refúgio muito melhor do que ela jamais teve em sua própria casa. O livro segue a mesma dinâmica do primeiro, com belas tradições, uma magia sutil e um romance de tirar o fôlego. Nesse livro finalmente está claro a identidade de cada um dos amantes de Lia, o príncipe Jaxon Rafferty, que prefere ser chamado apenas de Rafe e Kaden, o assassino de Venda. Para Kaden a única maneira de salvar a vida de Lia era provar ao Komizar (um espécie de rei vendano) que a princesa possuía o Dom, uma magia antiga que a permite vislumbrar o futuro, mas o Komizar não se deixa convencer com tanta facilidade. Apesar de poupar a vida da princesa, ele está determinado a humilhá-la e provar para seu povo que a realeza do outro lado do mundo não tem nenhum valor.


“As lágrimas dela cavalgam com o vento. A mim ela chama, e tudo que eu posso fazer é sussurrar: Você é forte, mais forte que sua dor, mais forte que seu pesar, mais forte do que eles”.

Como Rafe decidiu entrar em Venda junto com Lia, os dois trabalham juntos para sobreviver em meio a tramas e a crueldade do Komizar. Eles decidem esconder a identidade de Rafe, alegando que ele é apenas um emissário real, que traz uma proposta de aliança entre Venda e Dalbreck. O Komizar fica tentado com a proposta, orgulhoso de si mesmo por pensar que reinos do outro lado do mundo tem visto o potencial de seu país e querem se juntar a ele. A suposta aliança garante a vida de Rafe por mais alguns dias e enquanto isso Lia tenta achar uma maneira de conseguir a mesma coisa, sobreviver. Explorar os sentimentos de Kaden parece ser o único jeito de fazer isso e ela não hesita. Deixando o seu interesse anterior pelo príncipe de lado ela se une ao assassino em uma tentativa de não só sobreviver como também escapar. Se no primeiro livro o assassino era um personagem divido entre sua escuridão e o amor que começou a nutrir por sua vítima, nesse volume com a personalidade de Kaden se juntando ao personagem do assassino é impossível não começar a torcer um pouquinho para que os sentimentos de Lia sejam verdadeiros. 


“— Não fique com raiva de mim, Lia. E lembre-se que eu sei a diferença entre um beijo de verdade vindo de você e um dado apenas por causa do Komizar. Nosso beijo na campina estabeleceu um alto nível, embora eu admita que sempre valorizei um beijo forçado.
Ele ergueu a mão e tocou o canto da boca, provocante, como se estivesse saboreando a lembrança. Por um instante vi alguém, que esquecia que era o Assassino, aquele que havia me arrastado ate ali.
— Por que você entrou no jogo?
— Talvez eu nutrisse esperanças de que não fosse apenas a menos pior de suas opções. Ele era perceptivo, mas não o bastante. Nunca é o bastante quando há sentimentos em jogo”.

Se o plano inicial do Komizar era humilhar Lia para provar a superioridade do povo de Venda, ele não poderia ter dado mais errado. Sem que nem ela mesma entenda o porquê, Lia é amada e respeitada pelos povos de Venda. Segundo eles, o fato dela estar em seu país é um sinal de que os deuses estão olhando novamente para seu país. Os povos a veem como um milagre e como um estrategista ardiloso o Komizar começa a usar a esperança que Lia representa para alimentar o seu povo. Aos poucos ela começa a ser tratada como convidada e não como prisioneira, embora a ameaça sobre a sua vida seja um terror constante. A princesa se encanta com as tradições daquela terra distante e por ter facilidade com idiomas ela rapidamente aprende a língua nativa. Seu Dom que antes parecia inexistente, se torna forte em Venda e quanto mais ela descobre sobre o passado de seu povo mais aspectos do futuro parecem visíveis. À medida que ganha a confiança dos vendanos ela explora o Sanctum e descobre catacumbas subterrâneas em que Eruditos de seu próprio reino trabalham para o Komizar. Primeiro ela fica com raiva por causa da traição de seu povo, depois ela fica confusa com a necessidade do Komizar de ter tantas pessoas lendo livros no subterrâneo até que ele revela para ela seu plano.


“Ele não precisava dizer mais. Os provedores de conhecimento. Era por isso que eles se escondiam nas cavernas e as catacumbas. Eles estavam revelando os segredos dos Antigos e fornecendo ao Komizar a receita para criar um exercito para a destruição de Morrighan”.

Com guerra parecendo cada vez mais perto e a eminente destruição do seu povo, fugir de Venda nunca foi tão importante. Mas ao mesmo tempo em que a princesa sabe que precisa voltar para casa e alertar seus pais sobre os planos do Komizar, a ideia de deixar o país com um povo tão digno e tradições tão belas faz seu coração doer. E quando a lealdade de Lia ao seu país é colocada em jogo e a vida do povo de Venda fica em risco, a garota sabe que eliminar o Komizar é a única coisa que pode ser feita, mas essa decisão pode ter consequências muito maiores do que ela pode lidar. 


“— Ela era só uma criança. Falei em um sussurro.
— Quantas vezes preciso dizer a você princesa, que não temos tais luxos, Venda não tem crianças. Estamos entendidos?
— Sim. Falei. — Acho que sim. E na virada de um segundo, a presunção se fora. Ele arregalou os olhos pasmo.
— E agora, Venda também não tem mais Komizar. Um ato rápido, um ato fácil. Apenas um golpe de uma faca”.

Apesar de ter um clichê aqui e ali, o livro tem uma maneira única de contar uma história, onde os personagens enganam a si mesmos na esperança que se uma mentira for contada muitas vezes ela acabará se tornado verdade. Lia é uma personagem forte e apaixonante, que faz o que é necessário para se manter viva e proteger aqueles que ama. Rafe é inteligente e ardiloso e seria muito fácil odiá-lo se não fosse a maneira como ele sempre coloca a segurança de Lia em primeiro lugar, apesar de duvidar constantemente das habilidades dela de proteger a si mesma. Já Kaden seria um príncipe muito melhor do que é um assassino, ao contrario de Rafe ele tem uma história e um drama próprio, que não justifica as coisas que ele fez, mas pelo menos explica o porquê. The Heart of Betrayal é um clássico em muitos aspectos, a personagem principal é do estilo que tem feito sucesso atualmente, ela sabe o que quer, é independente e durona. Apesar do que as pessoas pensam dela, Lia consegue muito bem salvar sua pele, difícil mesmo para ela é manter a boca fechada. A narrativa tem muitos pontos de vista que facilita nossa vida na hora de entender cada personagem e a reviravolta surpreendente no final, fez meu coração parar por um segundo. 


VITAMINAS:



RESENHA ESCRITA POR: CAROLINA SIQUEIRA
Carol Siqueira, 20 anos, é estudante de Odontologia pela Universidade Positivo e quando não está deixado o sorriso das pessoas mais bonito, ela passa seu tempo lendo histórias sobre criaturas mágicas, que eventualmente se apaixonam, ou escrevendo algum resumo bobo na varanda de sua casa e não perde a oportunidade de adicionar mais um livro a sua coleção de preferidos.