quinta-feira, 11 de maio de 2017

ENTREVISTA COM ANTONIO RONDINELL, AUTOR DE O PESCADOR DE VIDAS

SINOPSE: Mas, o que é a justiça afinal? Fé. Amor. Verdade. Vértices de um triângulo onde encontra-se a Justiça. Thomás, Saulo e Diogo. Irmãos, homens marcados por dons, traumas e objetivos diferentes. Conheça e se encante com o Pescador de Vidas, um ser especial, capaz de tocar o coração do mais relutante dos homens. Mergulhe em um suspense instigante, onde nada é o que parece ser, nem quem parece ser. A luta pela vida, justiça e liberdade pode trazer à tona segredos e dores guardados por décadas. Está preparado para enfrentar sua face e descobrir seus mais obscuros segredos? A Justiça pode ter muitas faces, algumas vezes é até mesmo confundida com vingança.


Como surgiu a ideia de escrever "O Pescador de Vidas”? Trabalhei um tempo com várias comunidades religiosas, então pensei em escrever sobre uma comunidade fictícia, seu funcionamento e impacto na vida das pessoas. Mas, sobretudo, falo nesta obra sobre fé, justiça e vingança, por trás de um leve suspense.

Quanto tempo demorou para a história ficar pronta? 9 meses.

O que o leitor pode esperar de "O Pescador de Vidas”? O leitor vai montando a história e definindo quem é vilão e quem é mocinho. "O Pescador de Vidas" refere-se a um papel de destaque/liderança exercida dentro de uma comunidade religiosa e posta em xeque. A ideia é que o leitor descubra quem é o verdadeiro líder ou o verdadeiro pescador de vidas diante de trigêmeos idênticos.

Qual autor ou autora é seu preferido? Eles de alguma maneira te inspiraram a escrever? Gosto do Nicholas Sparks e de sua sensibilidade ao escrever sobre amor, sempre trazendo uma dose leve de suspense. E claro, do Dan Brown com seus quebra-cabeças conduzindo suas tramas. E sim, isso me inspira a escrever romances de mistério.

Se "O Pescador de Vidas" pudesse ter uma trilha sonora qual música você escolheria? Coração do Agreste, cantada pela Fafá de Belém. Esta música da antiga novela Tiêta, me acompanhou durante os nove meses em que escrevi a história, por falar de retorno, de juntar os cacos de nossas lembranças e ressignificá-los num novo momento existencial. É isso que vivem as personagens de O Pescador de Vidas - essa viagem às noites escuras da própria alma e o retorno à luz a partir do contato com a verdade de seus corações. 
Você segue carreira apenas como escritor ou tem outra profissão? Sim, já estou na minha quinta obra. Mas também tenho outra profissão, sou pedagogo e trabalho com formação de professores e facilitação de grupos.

Deixe uma mensagem para nossos leitores: Embarque e jogue também suas redes, deixando-se tocar pelo pescador de vidas e tornando-se um.

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