sexta-feira, 30 de junho de 2017

RESENHA: CREPÚSCULO

SINOPSE: Quando Isabella Swan se muda para a melancólica cidade de forks e conhece o misterioso e atraente Edward Cullen, sua vida dá uma guinada emocionante e apavorante. Com corpo de atleta, olhos dourados, vez hipnótica e dons sobrenaturais, Edward é ao mesmo tempo irresistível e impenetrável. Até então, ele tem conseguido ocultar sua verdadeira identidade, mas Belle está decidida a descobrir seu segredo sombrio.


Fala galera! Esse ano Crepúsculo completa 12 anos e hoje vamos falar sobre o primeiro livro da saga que arrebatou o coração de milhares de leitores e gerou filmes que foram recordes de bilheteria em todo o mundo. Algumas pessoas torcem o nariz para série de livros escrita por Stephenie Meyer, fazem piadas (algumas engraçadas, confesso), mas eu li todos os livros da saga, não por modinha e posso dizer que o saldo é positivo. Para quem não sabe, Crepúsculo inspirou até a autora de 50 Tons de Cinza, irônico né?! A autora queria inovar e conseguiu. Ela criou uma história leve sobre vampiros, uma trama de fantasia-urbana, adolescente e romântica que fugiu daquela linha dark que aprendemos sobre essas criaturas. Isabella Swan é uma garota de quase dezoito anos, introspectiva, inteligente e mais sensata que a mãe que cuidava dela. Devido ao namoro de sua mãe com um jogador, Bella – como a mãe a chama – foi obrigada a se mudar para a cidade de seu pai, Charlie Swan, o xerife de Forks.


Forks é uma cidade de clima duvidoso. A cidade sofre alterações repentinas de clima e chove a maior parte do tempo. Charlie e Bella são tão parecidos que rapidamente se adaptam a essa fase juntos. Ela cozinha, cuida da casa e estuda. Ele mantém sua rotina na cidade, na delegacia e tenta dialogar com a filha, além de tentar desvendar o mistério dos ataques de urso que a cidade anda enfrentando. Somos levados para o primeiro dia de aula dela, na única escola da pequena cidade com os meninos animados com a “sangue novo” (precisava fazer esse trocadilho) e as meninas morrendo de inveja pela novata. E é aí que conhecemos a família Cullen. Eles são extremamente respeitados e temidos pela cidade. O mais novo, Edward, desperta a curiosidade de Bella, levando-a leva a pesquisar sobre eles, sobre histórias que ouviu e procurar ficar mais próxima do que deveria.


Desde o primeiro contato deles fica claro que o garoto esconde algo. Alice, irmã de Edward, age como se Bella fosse sua melhor amiga. Emmett e Rosalie são discretos e Jasper é um mistério até metade do primeiro livro. Os pais, Esme e Carlisle são amorosos e cuidadosos. Temos ainda La Push, uma praia de domínio indígena e parte do território dos Quileutes, uma tribo da região de Forks. Jacob Black é filho do líder da tribo e logo se torna um dos melhores amigos da Bella. E logo isso se tornará um triângulo amoroso. James, um vampiro caçador, consegue ludibriar a todos e fazer com que Bella vá para perto dele. Ele quebra a perna dela e consegue mordê-la. Só que Edward chupa o local da mordida e retira o veneno. O problema é que, para ele, o gosto dela é irresistível e parar de bebê-lo não foi nada fácil, mas ele conseguiu! Ela foi para o hospital e se recupera. No final do livro, os dois vão ao baile do colégio juntos.


Até hoje muitas pessoas se perguntam o porquê desse livro tão simples, ter feito um sucesso estrondoso no mundo editorial. Crepúsculo no geral é um livro simples, não tem grandes mistérios nem muitos momentos de ação. O grande charme do livro é o romance e a autora conseguiu atrair milhões de leitores ao redor do mundo com uma história que narra à jornada de uma garota que se apaixona por um vampiro, com isso vem o dilema de que ela não pode ficar com o garoto por qual é perdidamente apaixonada porque ele pode querer matá-la a qualquer momento. A linguagem do livro é fácil, a escrita é envolvente e os personagens são cativantes.


Com relação a adaptação cinematográfica, ela é bem fiel ao livro, com poucas diferenças. Algumas delas vamos te contar a seguir:

No primeiro livro do romance de Stephenie Meyer, Edward e Bella compartilham seu primeiro beijo ao lado do caminhão de Bella depois de deixarem a campina. No filme, Edward e Bella compartilham seu primeiro beijo no quarto de Bella. No livro Bella revelou que ela sabia que Edward era um vampiro no carro no caminho de volta de Port Angeles para Forks. No filme, Bella faz essa revelação crucial na floresta próxima a Forks High School. No livro Jacob é aquele que abre e diz a Bella as lendas de sua tribo, e por sua vez revela que Edward e sua família são todos os vampiros. O filme mostra Jacob dizendo metade da história e Bella depende de um livro, ela compra em Port Angeles, para descobrir por si mesma. No filme temos o personagem Waylon cuja morte serve para destacar o quão cruel os vampiros podem ser. E no livro esse personagem não existe. Já a vampira Victória, não pronuncia uma única palavra até Eclipse. Já no filme, Victoria fala pela primeira vez quando eles estão prestes a matar Waylon em Crepúsculo. No livro a uma personagem chamada Lauren que não é fã de Bella e não é tímida sobre deixar sua opinião em público. No filme, Lauren esteve totalmente fora dos filmes, embora os aspectos de sua personagem foi escrito para Jessica Stanley para criar um híbrido dos dois. Tyler e Mike também tiveram algumas alterações em suas histórias / perfis. No segundo beijo do casal protagonista ela desmaiou e isso não aparece no filme.


VITAMINAS:



E vocês lembram de outra coisa que é diferente no filme e no livro? E o que acham do livro? E do filme? Comentem aí! Queremos saber sua opinião! 

ENTREVISTA COM AMANDA BISTAFA, AUTORA DE JANELA PARA OUTRO MUNDO

SINOPSE: Janela para outro Mundo reúne contos que mesclam fantasia e terror, transportando o leitor para dimensões desconhecidas e fazendo-o se perguntar se a fantasia está tão longe assim da realidade. Boa viagem...


Como surgiu a ideia de escrever “Janela Para Outro Mundo”? Gosto de histórias de terror desde criança, por isso sempre me inclinei a ler livros voltados para este universo: terror, suspense, mistério... Em 2014 comecei a escrever alguns contos, que sempre acabavam puxando para o lado sobrenatural ou fantástico, por isso decidi juntar meus contos preferidos, que ainda não tivessem sido publicados em nenhum local, para compor a obra Janela para outro mundo.

Quanto tempo demorou para a história ficar pronta? Escrevi os contos entre 2015 e 2016, mas a ideia para a obra surgiu apenas em 2016, que foi o ano em que me dediquei para finalizar o livro e lançá-lo no começo de 2017.

O que o leitor pode esperar de “Janela Para Outro Mundo”? Basicamente terror sobrenatural, mistério e criaturas fantásticas. A maioria dos contos possuem acontecimentos sobrenaturais, misturando terror e suspense, mas também há contos sobre vampiros e outras criaturas fantásticas.

Qual autor ou autora é seu preferido? Eles de alguma maneira te inspiraram a escrever? Amo Stephen King, é meu autor preferido desde sempre, rs. Acho tudo o que ele escreve fantástico, com um nível de criatividade e terror psicológico impressionantes. Totalmente. Stephen King foi um dos meus principais contatos com histórias de terror, o que me inspirou a continuar lendo o gênero e a começar a escrever também. Na maioria dos meus contos busco elementos inspirados nas obras de King, voltados para o terror psicológico, aquele que mesmo não sendo explícito consegue assustar o leitor.

Se "Janela Para Outro Mundo" pudesse ter uma trilha sonora qual música você escolheria? System of a Down – Aerials, Imagine Dragons – Sucker For Pain, The White Stripes – Seven Nation Army.
Você segue carreira apenas como escritor ou tem outra profissão? Sou nutricionista e também estudante de administração. 

Deixe uma mensagem para nossos leitores: Espero que vocês gostem da entrevista e, se gostarem de terror, convido a conhecerem meu livro! Janela para outro mundo é especial para mim pois foi meu primeiro livro e está disponível pela Amazon em formato digital. Também escrevo outros gêneros, principalmente crônicas, as quais publico em meu blog: http://marcasindeleveis.blogspot.com.br. Adoro conhecer outros leitores, então sintam-se a vontade para me adicionar no Facebook (Amanda Bistafa Martins ou blogmarcasindeleveis) e no Wattpad: @AmandaBistafa. =)

Amanda Bistafa tem 25 anos e mora em Jundiaí - SP.

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quinta-feira, 29 de junho de 2017

PRIMEIRAS IMPRESSÕES: O HOMEM NO ESPELHO

SINOPSE: Jennifer Mills sempre foi cética quando o assunto se tratava de seres sobrenaturais, vivendo em meio à turbulência de Nova York tudo que ela queria era descobrir porque não sonhava, já que o mundo dos sonhos parecia bem atrativo. Quando uma oportunidade de trabalhar no Museu de História Natural surge em sua vida, ela não mede esforços para ser reconhecida em seu cargo. Mas logo na sua primeira tarefa, coisas estranhas começam a acontecer. Uma coleção de artefatos vindos da Índia precisam ser catalogados. Dentre eles, um espelho negro sem origem certa. Esta é a primeira missão de Jennifer, descobrir a real natureza do misterioso objeto. Mas a medida que ela se embrenha mais na história do espelho, episódios cada vez mais estranhos vão surgindo em sua vida: Sombras que espreitam os seus caminhos, histórias de deuses hindus envolvendo a criação do espelho e seu primeiro sonho, que é lindo e aterrorizante, tanto quanto a figura que começa a aparecer no espelho. Dispostas a ir contra as crenças de tudo que acreditou na vida, Jennifer descobrirá que sua real natureza, é a resposta para maioria das suas perguntas. Uma mistura de Dark Fantasy, com mitologia hindu e aventuras em um reino perdido, “O Homem no Espelho” promete encantar os leitores com uma história inesquecível e bem ambientada. Se entregue a magia e mergulhe em universo totalmente novo, onde as dimensões não têm limites.


Oi minha gente! Hoje vamos de Primeiras Impressões do livro: O Homem no Espelho. A autora Vivianne Sophie (que é novíssima!!!) nos concedeu uma entrevista e você pode conferir aqui! Li os quatro primeiros capítulos desse livro e na hora que a brincadeira tava ficando boa, acabou... Como assim gente? Não me deixe assim Vivi, mas adorei! Só espero representar seu livro, como se deve! Bom, a história se passa em Nova York (New York, New York! Impossível não lembrar do Sinatra não é?), voltando: e nossa protagonista se chama Jennifer, mas seu apelido é Jen. Jen, mora com os pais adotivos e seu meio social parece ser divido entre os seus pais e sua melhor amiga Hope, que é toda fitnessss e sai por aí a toda balançando seus cabelos cacheados. Como já disse que a Hope é fitness, é daqueles que cuida tanto da saúde que até um piquenique no Central Park é regado a suco detox. Jen é solteira e no momento busca um trabalho, em meio a isso, ela faz sessão de terapia, na verdade de hipnose para entender os seus sonhos, que mais seriam a ausência deles. Jen nunca sonha ou não se lembra dos seus sonhos. Ela gostaria que através dele soubesse algo de sua vida.


Há uma vaga para historiador em um importante museu na cidade, o Museu de História Natural, isso tem deixado Jen muito empolgada. Após a entrevista, ela saberá que preencheu os requisitos para a vaga e logo é requisitada para se apresentar ao novo trabalho. Nos primeiros dias há muitas tarefas a serem feitas, isso até consome muita energia dela, há muitos objetos a serem preparados para exposição, mas antes disso deverá ser feito uma grande pesquisa em busca das origens dos objetos e isso a deixa muito preocupada em executar corretamente a tarefa, assegurar seu emprego, ser orgulho para seus pais e também juntar dinheiro para fazer um mestrado em outra cidade. Os objetos em questão são de origem indiana e provavelmente seriam de alguma realeza de tão nobre que aparentam ser.


Dentre os objetos a serem expostos tem um bem intrigante, um espelho, grande, que chama muito atenção, Jen logo pede que seja providenciado um lugar exclusivo para ele. Ele é colocado em uma sala nobre do museu e conta com luz especial para deixá-lo mais imponente do que já é. Jen ao olhar para o espelho vê mais do que seu reflexo, algo indescritível, como se o espelho retribuísse a altura seu olhar de curiosidade. Sua amiga diz que Jen se preocupa muito e deveria curtir mais a vida, o que a garota quer realmente, é saber mais sobre sua origem, seus pais adotivos não tem nenhuma informação a mais sobre a vida da moça, a não ser um colar de flor de lótus que foi deixado junto com ela ainda bebê. Na verdade, junto à criança foi deixada uma carta, pedindo que ela nunca soubesse de sua origem indiana e que também não se tornasse conhecida, afim de não ser descoberta, pois isso poderia trazer risco a sua vida, pode ser que os pais adotivos de Jen estejam cumprindo esse pedido. A suposta mãe biológica de Jen fugia de pessoas muito perigosas e fez o possível para salvar a vida de Jen.


Como sua origem é indiana, Jen não tem os traços realmente parecidos com o de seus pais. Agora, trabalhando no museu e manuseando peças indianas, será que Jen, estará no caminho de conhecer suas verdadeiras raízes, enfim, encontrar respostas para seus questionamentos? Em pouco tempo já me afeiçoei a Jen, espero que ela encontre as respostas que precisa em sua vida. Leitura muito agradável, leve e de fácil compreensão, gostei muito do estilo de escrita. A ambientação também parece te levar a conhecer Nova York, dá até vontade de ir pra lá. A descrição dos personagens e de tudo o que está à volta é muito completa, é um impulso a mais a nossa imaginação. Gostei muito dos primeiros capítulos, mas fiquei intrigada quem será esse homem no espelho, hein? Até a próxima!!!

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RESENHA ESCRITA POR: GREISI SILVA
28 anos, administradora e artesã nas horas vagas, apaixonada por leitura e artes, não vivo sem música, poesia e cinema. Descobri que viajar é preciso e comer pipoca é fundamental para se ter boas ideias.

ENTREVISTA COM FLÁVIA MATOS, AUTORA DE EM BUSCA DE MIM

SINOPSE: Heloísa acabou de chegar de sua cidade natal para começar sua vida na grande cidade de São Paulo. Tudo é novo para ela: casa, trabalho, ambiente. Com a ajuda de sua única amiga, que a tem como irmã, ela passará por diversas situações e sentimentos em seu caminho, como amor, intrigas, conquistas, tristezas que a irão transformar em uma pessoa mais forte e confiante. Heloísa se dará bem na vida e descobrirá um amor verdadeiro?


Como surgiu a ideia de escrever “Em Busca De Mim”? Estava no 4° semestre dá faculdade. Quando comecei a ler livros que não era dá área do meu curso. Nesse meio tempo surgiu a ideia de escrever um livro na plataforma do Wattpad. No começo pensei em escrever algo que fosse só para me distrair. Porém lembrei de algo que aconteceu comigo no passado e então resolvi falar um pouco do que me  aconteceu.

Quanto tempo demorou para a história ficar pronta? Bom, levando o tempo que tive a ideia até a conclusão, uns 3 anos. Muitos pensam que é fácil escrever. Porém quando envolve algo pessoal é um pouco difícil.

O que o leitor pode esperar de “Em Busca De Mim”? De que apesar de você acha que a vida seja difícil, ela pode surpreender de várias formas. Basta ter paciência e correr atrás de sua felicidade em você mesma.

Qual autor ou autora é seu preferido? Eles de alguma maneira te inspiraram a escrever? Bom, tenho vários autoras que através dos seus livros me mostram que eu posso mais. Citarei algumas aqui: Cristiane Fernandes, Laizy Shayne, Lenny Silva e Camila Moreira.

Se “Em Busca De Mim” pudesse ter uma trilha sonora qual música você escolheria? Ele não tem uma trilha sonora bem definida. Porém quando escrevia ele, escutava muito Bon Jovi.
Você segue carreira apenas como escritor ou tem outra profissão? Quem me dera seguir carreira como escritora. Sigo outra profissão como assistente de relacionamento em uma empresa marítima. 

Deixe uma mensagem para nossos leitores: Meus queridos leitores, se vocês acham que está tudo perdido na vida. Não se prendam a isso. A vida é mais que isso, por mais que seja difícil. Siga sempre sorrindo e com pensamentos positivos que no final dará tudo certo. Um beijo em cada um de vocês. Obrigada.

Flávia Matos tem 25 anos e mora em São Paulo - SP.

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quarta-feira, 28 de junho de 2017

RESENHA DO LEITOR: VIDAS ROUBADAS

SINOPSE: Joana Prates torna-se uma revelação no mundo da moda ao desenhar e costurar vestidos de presidiárias para um desfile na cadeia, onde fora presa injustamente aos 33 anos. Acusada de sequestrar um bebê, após uma armadilha plantada pela irmã mais velha, ela encontra a consagração ao sair da penitenciária, mas precisa lidar com os fantasmas do passado e traumas causados pela sua conturbada família. O reconhecimento profissional traz inúmeras entrevistas onde ela é obrigada a explicar os motivos que a levaram à prisão. Durante seu primeiro desfile, ela conhece Alexia Soares, uma respeitada jornalista do jornal Diário Mundial. A repórter foi obrigada por sua editora-chefe a abandonar o jornalismo investigativo ao iniciar uma intrigante e terrível investigação sobre tráfico de bebês, que causou riscos a própria vida. Obrigada a entrevistar Joana, Alexia descobre elos entre a injusta prisão da estilista, a matéria que estava investigando e a promessa feita a sua mãe, que nunca conseguira cumprir, de encontrar a irmã desaparecida. Para limpar sua honra, Joana aceita ajudar Alexia a concluir a reportagem para desbaratar a perigosa quadrilha e mergulham em um mundo onde verdades que ambas nunca pensariam ter que enfrentar são reveladas.


Oi gente! Não sei nem como começar o texto de hoje... têm alguns minutos que estou parada olhando a tela do computador sem saber como falar sobre Vidas Roubadas da autora Ana Claúdia Esquiávo (para conferir a entrevista com a autora clique aqui). Calma! Deixa eu explicar... Vidas Roubadas foi uma leitura difícil para mim. Não por ser um livro ruim, pelo contrário!! A Ana Claúdia Esquiávo escreve muito bem e trouxe um tema muito sério e relevante. Vamos combinar assim, conforme for escrevendo vou explicando a história para vocês. Vamos lá?


A autora nos apresenta uma trama onde o tráfico de crianças é o tema (isso não é spoiler), a leitura foi “difícil” para mim por conta do tema. Sabe, não sou mãe (ainda, espero ser!), mas fiquei pensando na dor das mães que têm ou tiveram um pedaço de suas vidas sendo arrancado delas. Em seu livro, Ana Claudia apresenta ao leitor Joana, uma jovem que já sofreu muito e que quando acha que tudo está indo bem se vê metida em uma grande encrenca. Joana é indevidamente acusada de ROUBO DE BEBÊS. Durante o tempo que esteve na prisão, Joana descobre um grande talento – desenhar roupas. O tempo passa e Joana se torna uma grande estilista. Porém, as coisas não são fáceis. E o primeiro desafio que Joana enfrenta é o preconceito. Principalmente o preconceito de sua família – isso torna tudo mais difícil.


Bem, isso explicado vamos ao “ponto principal” da história. E é aí que a jornalista Alexia Soares entra na história. Alexia está investigando um crime que coincidentemente está conectado ao caso de Joana. Ao perceber que uma grande injustiça foi feita, a jornalista vai até Joana. É nesse ponto da história que começa toda a ação. Juntas, Joana e Alexia partem em busca da verdade, para de tal maneira poderem limpar o “nome/honra” de Joana. O maior desejo delas é colocar uma perigosa quadrilha de tráfico de bebês atrás das grades. Como perceberam o tema é bem forte! E isso mexeu muito comigo... Ler Vidas roubas foi um mix de emoções. Parabéns Ana Claúdia Esquiávo! Parabéns pela coragem de tratar em sua obra um tema tão complicado!! Desejo muito sucesso em sua carreira, que Deus te abençoe muitíssimo. Até a próxima, pessoal! Beijos, Renara.


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RESENHA ESCRITA POR: RENARA CABRAL PEREIRA PAVEZ
25 anos, capixaba e casada. Formada em pedagogia. Amo ler e dar aula. A leitura me faz viajar!

ENTREVISTA COM NATHÁLIA HIENDICKE, AUTORA DE UNIVERSO 27

SINOPSE: Apesar de se ameaçarem de morte de vez em quando, Stella, Frida e Nuno até que têm uma relação saudável. Os três amigos vivem dias comuns na cidade de Florianópolis até que, numa manhã de sexta-feira, durante um passeio escolar, algo muito estranho acontece. Eles são levados através de um buraco de minhoca a um lugar bastante diferente – e diante do título do livro, você não precisa ser um gênio para descobrir. Cada vez mais humanos são levados ao Universo 27 pelo mesmo infeliz e inegável motivo, e depois que chegam, jamais retornam. Inconformados com a situação, Stella, Frida e Nuno reúnem forças para tentar retornar para casa. Em meio a viagens espaciais, habitantes insanos e barras de chocolate, eles se questionam se um dia poderão deixar esse universo, ou se estarão condenados, como todos os outros, ao inevitável.


Como surgiu a ideia de escrever "Universo 27"? Adoraria dizer que a ideia surgiu durante uma viagem de trem a Londres, ou dentro de uma trincheira enquanto meus colegas guerreavam contra o exército inimigo, mas a verdade é bem menos emocionante: quando eu tinha nove anos, cumpri uma tarefa de casa muito difícil e a minha mãe decidiu me recompensar com uma bolada de dois reais para gastar no mercado com o que eu quisesse. Foi um momento de extrema aflição porque eu não sabia o que fazer com tanto dinheiro e no fim, resolvi comprar um caderno grande de espiral, para então, começar o livro mais longo da minha vida.

Quanto tempo demorou para a história ficar pronta? 10 anos. Sei que é assustador, mas além do meu perfeccionismo, esse foi o tempo que demorei, também, para atingir a minha "maturidade literária".

O que o leitor pode esperar de “Universo 27”? Universo 27 é um livro bastante humorado, apesar de tratar de um tema bem preocupante. Quando eu estou em uma situação muito ruim, eu costumo fazer troça para me sentir melhor. Universo 27 é basicamente isso. Aguardem muito humor, sci-fi e teorias da conspiração.

Qual autor ou autora é seu preferido? Eles de alguma maneira te inspiraram a escrever? Acho muito difícil escolher SOMENTE UM autor preferido. Se eu tivesse que escolher alguém atualmente, talvez fosse o H.P. Lovecraft ou o quadrinista Art Spiegelman. Mas, se for para citar alguém que de fato me inspirou a escrever, acho válido mencionar meus autores preferidos de dez anos atrás, certo? Na época em que comecei a escrever Universo 27, eu praticamente devorava todos os livros do Thomas Brezina (quem aqui se lembra da Turma dos Tigres? hahaha) e do R.L. Stine (famoso autor da série Goosebumps). 

Se “Universo 27” pudesse ter uma trilha sonora qual música você escolheria? Ah, não. Eu não posso responder essa pergunta. Eu responderia com alguma música do “Nirvana" mesmo que as composições não tivessem nenhuma relação com o enredo, porque eu sou muito puxa-saco. É mais fácil perguntar ao Hans Zimmer, ele com certeza escolheria uma composição apropriada.
Você segue carreira apenas como escritor ou tem outra profissão? Eu estou me formando agora em Design e o meu TCC tem o foco em História em Quadrinhos. Gosto muito de graphic-novels. HQs, apesar nem sempre parecerem, também são formas distintas literatura.

Deixe uma mensagem para nossos leitores: Agradeço muito a atenção de vocês e também ao blog pelo espaço e pelo trabalho que vem fazendo em relação à valorização dos autores nacionais. Obrigada por todo o apoio e mensagens que estou recebendo de pessoas que nem conheço, mas já torcem pelo meu sucesso! Vocês são demais, obrigada!!!

Nathália Hiendicke tem 23 anos e mora em Florianópolis - SC.

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terça-feira, 27 de junho de 2017

RESENHA DO LEITOR: ENTRE O AMOR E A MAGIA

SINOPSE: Alice Miller é uma garota de 21 anos que estuda História da Universidade Estadual de SunsetFalls. É namorada do charmoso e egocêntrico Matthew Campbell, filho de uma família aristocrata da cidade. Sem que ela saiba, Alice descende de uma linhagem de bruxas poderosas. Durante as férias de fim de ano, Alice e sua melhor amiga de infância, Cassandra Lee, retornam a sua cidade River Green, onde Alice será informada de seu destino. Alice conhece então um misterioso rapaz, o oposto de seu atual namorado, que a faz se sentir livre e feliz como nunca se sentiu antes. A descoberta de sua descendência deixa sua vida bagunçada, principalmente quando terá que fazer uma escolha: o amor ou a magia?


Olá pessoal! Tudo joia? Espero que bem... hoje a resenha é mais uma vez de um nacional – estou na “vibe” de nacionais!! Se a resenha passada foi da querida Renata R. Corrêa (resenha aqui), a da vez é a autora Suzana Chaves Linhares. Esse foi meu primeiro contato com a escrita dela. “Entre o amor e a magia” é o primeiro romance da escritora. Espero que gostem do livro, assim como gostei. Vamos lá? Alice, nossa jovem protagonista de 21 anos, sai de sua cidadezinha para fazer faculdade de história em Sunset Falls. Lá ela tem a companhia de sua BBF Cassandra Lee. Alice, além de sua querida amiga, ainda tem o chato do Matthew Campbell, como namorado. Matthew é “O CARA” do time de basquete e herdeiro de um dos maiores e mais influentes escritórios de advocacia, a Campbell & Associados. O que tem de gato, tem de chato, babaca e metido – fazer o quê? Ninguém é perfeito não é mesmo? Sabe a Cassandra, amiga da Alice? Pois então, ela não curte muito o “astro do basquete". Apresentações feitas vamos seguir em frente! 


"- E ele gosta de mim e também...
- Gosta de você? Tem certeza? Porque se ele gostasse mesmo não seria esse idiota mesquinho e não te deixaria triste do jeito que você está agora. – É impressionante como Cass dá sua opinião sem eu pedir.
- Dá para você parar de me interromper? Ah, quer saber. Deixa para lá, não estou a fim de conversar. – Olho para porta e vejo o professor entrar com uma pilha de papéis na mão."

Tudo realmente começa quando Alice está para ir passar férias com sua família em River Green. Legal né? Não! Pois antes de ir Matthew – Matt, resolve ser mais uma vez um babaca e começa a implicar com tudo (que cara chato!). Alice chega ao seu limite e resolve terminar TU-DO com o chato e vai ser feliz nas férias com sua amiga. É nessa parte da história que Adam aparece! Pois, chegando na cidade de sua família Alice conhece o Adam. Adam é um rapaz romântico e muito companheiro.


"- O que foi? – Pergunta Adam todo curioso.
- Nada. – Fico sem graça.
- Você é linda. – Fico surpresa com o modo que as palavras são ditas. Parecia um belo som de harpa aos meus ouvidos.
Adam passa a mão levemente em meu rosto. Seu toque me deixa arrepiada, fico confusa, seu toque é eletrizante, acho que consigo ouvir as batidas do meu coração.
- Adam, eu...
- Eu sei Ali, eu sei...
Deito minha cabeça em seus ombros e me deixo levar pela música."

Até agora podemos falar que conversamos sobre a parte “AMOR” do título. Então, vamos agora para a parte “MAGIA”. Alice durante suas férias descobre que sua família vem de origem Celta, ou seja, Alice vem de uma linhagem de bruxas.


“Olho para minha mãe. Escutei mesmo o que ela acabou de dizer? Isso é sacanagem com a minha cara? Ou todas estão bêbadas ou drogadas nessa sala? Me seguro no beiral da lareira, minha cabeça está rodando, fecho meus olhos e penso que tudo isso não passa de um sonho ruim.”

São muitas mudanças! Um novo “amor” e a descoberta de poderes para ela desconhecidos deram uma mexida em nossa protagonista. Será que toda essa história de origem celta da família de Alice irá atrapalhar esse novo amor que está começando? O que aconteceu com o Chato? Ele aceitou de boa vontade o término do namoro? Como Alice está lidando com toda essa mudança? Essas e outras respostas vocês só terão lendo o livro! Não conto mais nada!! MUA MUA MUA – risada malévola! Vocês precisam conhecer essa história. Li o livro todo em poucas horas, em um sábado desses chuvosos, que só queremos coberta e sofá! Gostei da temática do livro e da maneira que levou a história de seus personagens. Adorei muito o jeito que Adam e Alice se conhecem e a forma que as coisas vão acontecendo entre eles. Desejo tudo de melhor para sua vida Suzana. Sucesso sempre!!! Mil beijos, pessoal e até a próxima! Rê.

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RESENHA ESCRITA POR: RENARA CABRAL PEREIRA PAVEZ
25 anos, capixaba e casada. Formada em pedagogia. Amo ler e dar aula. A leitura me faz viajar!

VITAMINAS:

ENTREVISTA COM ADRIANA IGREJAS, AUTORA DE A BABÁ GÓTICA

SINOPSE: Analice contrata uma babá jovem, muito bem recomendada por suas amigas, para sua filha de cinco anos. No entanto, a babá tinha uma característica bem peculiar: era gótica. A narrativa passa então a se desenvolver em torno do mistério que envolve a figura estranha da babá. Ela seria uma bruxa? Uma louca? Ou apenas alguém excêntrica? Lourenço, jovem estudante de medicina, filho do primeiro casamento do esposo de Analice, fica irritado e intrigado com a babá. Implica com ela e investiga sua vida a pretexto da segurança de sua meia-irmã. Ele e Lucinda acabam se apaixonando, mas o mistério em que ela está envolvida não os deixa ficar juntos. Ao que tudo indica, algo de sobrenatural cerca a vida de Lucinda, a babá. Para resolver o mistério e poder tornar seu amor possível, Lourenço está disposto a tudo.


Como surgiu a ideia de escrever “A Babá Gótica”? Eu estava passando na frente de um cemitério (é, eu moro perto de um) e me veio à cabeça: "gótico", "gótica", "A babá gótica". Assim fiquei com isso na cabeça e já sabia que era um bom título para uma história e pensei em escrever um conto. Anotei e fui pensando em que história seria. Isso levou meses, porque eu precisava saber por que ela seria gótica e por que seria babá. Quando liguei os pontos, a história toda veio à minha mente e o que veio é justamente o mistério da trama.

Quanto tempo demorou para a história ficar pronta? Um ano e meio.

O que o leitor pode esperar de "A Babá Gótica”? Ele pode esperar uma história divertida, com muitas passagens com humor, mas também dramática e reflexiva. Um livro que prende por causa de um mistério sobrenatural e por uma história de amor envolvente. Também pode ter certeza que em algum momento o enredo vai surpreendê-lo, porque é o que todos os leitores dizem: que se surpreenderam. Ou seja, fuga total dos clichês, história original e que ainda traz uma mensagem positiva após abordar temas difíceis como a depressão, o suicídio, o bullying e o preconceito.

Qual autor ou autora é seu preferido? Eles de alguma maneira te inspiraram a escrever? É muito difícil escolher apenas um nome, pois sou o conjunto do que aprendi com vários autores. Vou citar alguns, se me permitem: de Machado de Assis tiro a literariedade (dizer as coisas de forma original); de José de Alencar, o romantismo de escrever histórias em que o amor pode tudo e salva; de Luis Fernando Veríssimo, o humor e o texto leve e com linguagem renovada. Eu ainda poderia citar muitos outros...

Se "A Babá Gótica" pudesse ter uma trilha sonora qual música você escolheria? Bem, essa pergunta é interessante, porque nesse livro em especial só citei uma música (costumo citar mais), que foi "Razões e Emoções" do grupo NX0. Mas acho que se fosse uma música para representar toda a mensagem do livro seria "Tudo É Amor", do Grupo Arte Nascente (GAN). 
Você segue carreira apenas como escritor ou tem outra profissão? Sou também professora, profissão que já exerço há mais de vinte anos.

Deixe uma mensagem para nossos leitores: Olá, leitores do "Vitamina L"! Espero que tenham se interessado pelo livro! "A Babá Gótica" é um livro ideal principalmente para quem está procurando algo diferente (nada contra os clichês que todos adoram, mas às vezes queremos dar uma variada...). Se você já leu alguma coisa minha, vou adorar saber sua opinião. Se quiser falar comigo e conhecer melhor meu trabalho também terei o maior prazer em bater um papo ou nos eventos ou pelas redes sociais onde sou figura "facinha, facinha" (risos). Levemos nossa literatura nacional a um patamar de destaque! Para isso conto com vocês! Abraços!

Adriana Igrejas tem 47 anos e mora em Mesquita - RJ.

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