quarta-feira, 26 de julho de 2017

ENTREVISTA COM RÚBIA ALBUQUERQUE, AUTORA DE 100 DIAS NA TERRA

SINOPSE: Quando se voluntariou para a missão, Calebe mal imaginava que o período que passaria na Terra mudaria a sua vida para sempre. Ao conseguir um trabalho como fotógrafo em um documentário, ele passa a maior parte do tempo viajando ao redor do mundo e terá a oportunidade de descobrir como as pessoas deste planeta lidam com muitas coisas – especialmente com a dor. Durante os 100 dias, ele é ajudado por Ariel, um anjo relator que já esteve por quase um século neste Planeta. Ao longo de sua jornada, Calebe precisará ser mais do que um mero espectador e se verá entre a amizade improvável com uma terráquea e novos sentimentos e experiências.


Como surgiu a ideia de escrever "100 Dias Na Terra"? Sempre fui apaixonada por Astronomia e pelo Universo. Costumo ir a um Observatório sempre que posso e é quase impossível olhar para aquela imensidão e não se perguntar o que é que as estrelas, os planetas e tudo aquilo que nos cerca têm para nos contar. Leitora voraz, cresci dizendo que um dia escreveria o meu próprio livro. Pois bem - duas paixões se uniram e assim surgiu o livro "100 Das Na Terra".

Quanto tempo demorou para a história ficar pronta? Comecei a escrever numa tarde de sábado. Foram umas oito páginas e depois o projeto ficou guardado. A história estava tão forte dentro de mim que decidi que era hora de escrever meu livro. Voltei ao arquivo e terminei em aproximadamente quatro meses.

O que o leitor pode esperar de "100 Dias Na Terra"? Histórias que mesclam ficção e realidade e momentos de reflexão. É um livro para se ler olhando para dentro e quem sabe provocar um olhar diferenciado para o Universo.

Qual autor ou autora é seu preferido? Eles de alguma maneira te inspiraram a escrever? Difícil dizer! Gosto muito de ficção científica e distopias, então George Orwell, Isaac Asimov e Phipil K. Dick estão no topo da lista. Mas não posso deixar de lado nomes como Khaled Hosseini e dois Fernandos: Sabino e Pessoa. Mas atualmente estou lendo um livro chamado "A Guerra não tem rosto de mulher", da autora Svetlana Alexijevich, que já está entre os melhores livros que já li. Com certeza. Escrever é transbordar. E inevitavelmente o que leio me transforma e também me compõe - e tudo isso está de alguma maneira no conteúdo que produzo.

Se "100 Dias Na Terra" pudesse ter uma trilha sonora qual música você escolheria? Humm... Pergunta difícil, nunca tinha parado para pensar nisso. Podem ser duas? Eu escolheria "A Partida e o Norte", de Estêvão Queiroga, que fala sobre um caminho a ser trilhado, que transforma o caminhante. E também "Morada", da banda Forfun, que tem muito a ver com o Calebe, personagem principal e alguém que sempre traz amor e sorriso.
Você segue carreira apenas como escritor ou tem outra profissão? Sou jornalista e trabalho com comunicação e marketing.

Deixe uma mensagem para nossos leitores: Como já disse Drummond, "a leitura é uma fonte inesgotável de prazer". Ótimas leituras a todos vocês e que cada livro abra um universo de possibilidades. Espero que se interessem e gostem do "100 Dias Na Terra"!

Rúbia Albuquerque tem 30 anos e mora no interior de São Paulo - SP.

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