quarta-feira, 27 de junho de 2018

PRIMEIRAS IMPRESSÕES: SACRIFICAR

SINOPSE: “Imagine-se sendo ofertado como sacrifício. Existiria uma vontade em si de deixar tudo para trás por um bem maior? Imagine-se ainda ofertando alguém querido em sacrifício. Existiria coragem para viver sem essa pessoa? Um Papa foi assassinado brutalmente por uma poderosa instituição de bruxos gerando retaliações por parte dos clérigos que, finalmente, instituíram a Santa Inquisição como lei e juraram morte a todos eles. Vinte anos se passaram desde o ataque em Notre-Dame e jovens bruxos são confrontados com a nova realidade que precisa de seus sacrifícios. Sem eles não haverá salvação para a raça”.


Devo confessar que não leio livros de fantasia com muita frequência, mas Sacrificar chamou a minha atenção. Foram poucas páginas, mas a trilogia Cordas do Infinito tem seu lugar garantido entre os fãs desse gênero. Um livro cheio de mistério e magia, onde jovens bruxos tentam se manter no anonimato por causa da caça às bruxas na Santa Inquisição. E tudo começou há vinte anos atrás, quando o Santo Papa foi assassinado cruelmente em um ataque a Notre-Dame. No vilarejo de Bridal moram várias famílias ricas, os Seagon – uma família que sempre tratou todos no vilarejo, ricos ou pobres da mesma forma ajudando na medida do possível.


Entre as mulheres da família Beleneath conhecemos Lorena, uma jovem que não tem medo dos perigos da floresta e muito menos os seres que lá habitam. E a terceira, os Mitchell são esnobes e tratam os habitantes mais pobres do vilarejo com desdém. Leonard Mitchell se destacava pelo cabelo loiro e suas roupas totalmente negras e feitas com pele de lobo, os mais ferozes animais da floresta. Leonard é noivo de Lilyanne, irmã de Garret Seagon e esse noivado foi arranjado antes da morte de seus pais. Viver em Bridal pode ser seguro ou não, porque qualquer família poderia ser denunciada por bruxaria ao Tribunal do Santo Oficio. SACRIFICAR É, PRIMEIRAMENTE, SOBREVIVER.


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RESENHA ESCRITA POR: FÁTIMA GISLENE GENOVÉSIO
Tenho 50 anos, mas até me esqueço disso. Meu apelido é Gi, mas também sou a tia Gigi. Leio desde os 14 anos, era rata de biblioteca, e li tudo o que tinha de bom, quando acabou meu pai virou meu fornecedor de livros! Já trabalhei em duas livrarias e fiz feira do livro. Amo indicar livros e fico realizada quando vejo uma criança descobrindo o gosto pela leitura. E tenho muito ciúmes dos meus livros.

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